- Documentos não filtrados, mais de 20.000, foram divulgados pelo Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes; contêm e-mails e comunicações citando Donald Trump, Ghislaine Maxwell e Lawrence Summers.
- Novos trechos mostram contatos diretos entre Epstein, Maxwell e o jornalista Michael Wolff; em um e-mail de 2011, Epstein menciona uma vítima que teria passado horas com Trump na casa dele; a Casa Branca identificou a mulher como Virginia Giuffre, que se suicidou recentemente.
- Os registros indicam que Lawrence Summers manteve contato com Epstein entre 2017 e 2019, após a condenação do financista em 2008; discussões sobre doações a Harvard e conselhos sobre relacionamentos; não há evidências de que Summers soubesse dos crimes.
- O Duque de York, príncipe Andrew, aparece nos documentos; um e-mail de 2011 mostra sua negativa às acusações de abuso feitas por Giuffre; ele perdeu o título em 2022 e continua a negar as acusações.
- As revelações ampliam o escopo da investigação, envolvendo diversas figuras públicas e levantando dúvidas sobre a influência e o poder dessas relações ao longo dos anos.
O escândalo envolvendo Jeffrey Epstein e figuras públicas ganhou novos contornos com a divulgação de mais de 20.000 documentos não filtrados. Os registros, que incluem e-mails e comunicações, foram liberados por republicanos do Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes. Entre os nomes citados estão Donald Trump, Ghislaine Maxwell e Lawrence Summers, ex-presidente da Universidade de Harvard.
Novos trechos revelam contatos diretos entre Epstein, Maxwell e o jornalista Michael Wolff. Em um e-mail de 2011, Epstein menciona uma vítima que teria passado horas com Trump em sua casa, levantando questionamentos sobre o conhecimento do ex-presidente sobre as atividades do financista. A Casa Branca, por sua vez, identificou a mulher como Virginia Giuffre, que se suicidou recentemente.
Revelações sobre Lawrence Summers
Os documentos também indicam que Lawrence Summers manteve contato frequente com Epstein entre 2017 e 2019, mesmo após a condenação do financista em 2008. Conversas entre eles incluem discussões sobre doações a Harvard e conselhos pessoais sobre relacionamentos. Embora não haja evidências de que Summers soubesse dos crimes de Epstein, a relação entre os dois levanta questões sobre a ética de tais associações.
Implicações para o Duque de York
O duque de York, príncipe Andrew, também é mencionado nos documentos. Um e-mail de 2011 revela sua negativa em relação às acusações de abuso sexual feitas por Giuffre. O príncipe, que perdeu seu título em 2022, continua a afirmar que não cometeu nenhum delito, apesar das alegações graves que o cercam.
Essas novas revelações não apenas ampliam o escopo da investigação sobre Epstein, mas também implicam diversas figuras públicas, levantando preocupações sobre a influência e o poder que essas conexões podem ter exercido ao longo dos anos.
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