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Fachin defende líder do STM criticada por pedir desculpas às vítimas da ditadura

Fachin elogia presidente do STM após críticas por pedir perdão às vítimas da ditadura em evento do Judiciário e sustentabilidade

O presidente do STF, Edson Fachin. Foto: Antonio Augusto/STF
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  • O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, homenageou a ministra Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar, durante a COP, em que tratou do Poder Judiciário e da sustentabilidade.
  • Fachin elogiou a colega e disse que, se ela vivesse novamente, provavelmente se chamaria Maria Elizabeth Guimarães Teixeira “Coragem” da Rocha, ao cumprimentá-la publicamente.
  • O gesto ocorreu em meio a críticas recebidas pela ministra por pedir perdão às vítimas da ditadura militar, durante um evento em homenagem ao jornalista Vladimir Herzog.
  • A fala da ministra e o pedido de perdão geraram reações entre colegas do STM, com o ministro Carlos Augusto Amaral sugerindo que ela deveria “estudar um pouco mais” a história do tribunal.
  • A homenagem de Fachin reforçou o apoio institucional à ministra em meio às controvérsias sobre o tema.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, prestou homenagem a Maria Elizabeth Rocha, presidente do Superior Tribunal Militar, em evento da COP sobre o Poder Judiciário e a sustentabilidade. A fala ocorreu na sexta-feira, 14, e confirmou apoio à magistrada diante das críticas recebidas por pedir perdão às vítimas da ditadura. A homenagem foi conduzida em tom institucional.

Fachin destacou a atuação de Rocha e afirmou que, se ela tivesse nascido novamente, seu nome ganharia o título de coragem. O elogio foi feito publicamente durante a cerimônia, reforçando o reconhecimento da Corte Suprema à ministra e à sua postura institucional.

O presidente do STF também mencionou o conjunto de mulheres que atuam na defesa da memória e da verdade histórica no país, chamando atenção para o papel feminino no debate público. A referência procurou enfatizar o valor de limites e respeito à memória coletiva.

A crítica à ministra Rocha partiu de colegas do STM, incluindo o ministro Carlos Augusto Amaral, que chegou a sugerir que ela deveria estudar mais a história do tribunal. A reação local ampliou o debate sobre como o judiciário trata temas ligados à ditadura e à reconciliação histórica.

Reações e contexto

  • A crítica interna destacou divergências sobre o tom e o conteúdo do discurso da ministra do STM.
  • O evento no qual ocorreu a homenagem tratava de memória, verdade histórica e responsabilidade institucional.
  • As falas de Fachin foram vistas como resposta institucional ao escrutínio e como defesa da atuação de Rocha.

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