- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão preventiva de Marcelo Câmara, ex-assessor de Jair Bolsonaro, detido desde 18 de junho por suspeita de obstruir investigações sobre uma tentativa de golpe de Estado.
- A decisão desta sexta-feira, 14, baseia-se no descumprimento de medidas cautelares, incluindo a proibição de uso de redes sociais e de contato com outros investigados.
- Moraes afirmou que as razões que sustentam a prisão permanecem inalteradas, destacando a necessidade de assegurar a ordem pública e a aplicação da lei penal.
- O ministro mencionou que Câmara, por meio de seu advogado, tentou acessar informações sigilosas do acordo de colaboração premiada de Mauro Cid, o que indique risco à segurança das investigações.
- A defesa já havia requerido a liberdade em agosto, mas o pedido foi negado; a prisão permanece, e novas solicitações podem ocorrer no futuro.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu nesta sexta-feira (14) manter a prisão preventiva de Marcelo Câmara, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro. Câmara está detido desde 18 de junho por suspeita de obstruir investigações relacionadas a uma tentativa de golpe de Estado.
A decisão de Moraes foi motivada pelo descumprimento de medidas cautelares, como a proibição de uso de redes sociais e de contato com outros investigados. O ministro destacou que as razões que sustentam a prisão permanecem inalteradas, reafirmando a necessidade de garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.
Além disso, Moraes mencionou que Câmara, por meio de seu advogado, tentou acessar informações sigilosas do acordo de colaboração premiada de Mauro Cid, o que indicou um risco à segurança das investigações. “É evidente a necessidade de manutenção da custódia cautelar do acusado”, afirmou Moraes em sua decisão.
A defesa de Marcelo Câmara já havia solicitado a liberdade do ex-assessor em agosto, mas o pedido foi negado. A situação continua a ser monitorada, e novas solicitações podem ser feitas no futuro, mas, por ora, a prisão preventiva se mantém.
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