- O governador Cláudio Castro informou ao STF que 32 das 62 câmeras corporais usadas na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão ficaram inoperantes, por falha em uma doca de carregamento/armazenamento.
- A falha ocorreu após acionamento técnico com a empresa L8; as imagens das câmeras que funcionaram foram preservadas.
- A operação, realizada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), visava combater o tráfico de drogas na região.
- Castro destacou a transparência e que a preservação das imagens é essencial para responsabilização e para apurações sobre falhas técnicas.
- O ofício assinado pelo governador detalha a falha e afirma que a ação não foi comprometida pela ausência de registro visual; investigações adicionais devem ocorrer para evitar problemas semelhantes no futuro.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que 32 das 62 câmeras corporais utilizadas durante a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão ficaram inoperantes. A operação, realizada pela Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), visava combater o tráfico de drogas na região.
Conforme o relatório enviado ao STF, a falha técnica ocorreu devido a problemas em uma doca de carregamento e armazenamento dos equipamentos. Após acionamento da empresa L8, foi constatada a inoperância de 32 câmeras, o que gerou dificuldades para os servidores na retirada dos dispositivos no início da ação. Apesar disso, as imagens das câmeras que funcionaram foram preservadas.
Essa operação gerou discussões sobre a eficácia e confiabilidade dos equipamentos de segurança utilizados pelas forças policiais. A utilização de câmeras corporais já havia sido amplamente debatida, especialmente em relação a falhas técnicas previamente identificadas. O governador Castro enfatizou que a transparência é fundamental, e a preservação das imagens é um passo importante para a responsabilidade nas operações policiais.
As informações sobre a falha técnica foram reveladas em um ofício assinado por Castro, que busca esclarecer a situação e assegurar que a operação não foi comprometida pela falta de registro visual. A expectativa agora é que investigações adicionais sejam conduzidas para evitar que problemas semelhantes ocorram em futuras ações policiais.
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