- Trabalhadores do Metropolitan Museum of Art, conhecido como Met, tiveram avanço na sindicalização: o Local 2110 do United Auto Workers (UAW) protocolou petição junto ao National Labor Relations Board (NLRB) para realizar eleição sindical que abrange aproximadamente 1.000 funcionários, em regime integral e parcial.
- A ideia de se organizar informalmente começou em 2020, por causa de furloughs, cortes orçamentários e aumento da carga de trabalho durante a pandemia; se aprovada, a eleição reunirá trabalhadores de áreas como conservação, serviços ao visitante, suporte curatorial e operações; o Met emprega mais de 2.000 pessoas, algumas já representadas por outros sindicatos.
- Motivações apontadas incluem insatisfação com a equidade salarial, proteção no emprego e pressão para manter um dos maiores museus do mundo; a conservadora Rebecca Capua, com 16 anos de experiência no Met, afirmou que a união é essencial para sustentabilidade dos empregos.
- Funcionários destacam decisões administrativas sem consulta à equipe, o que tem levado a erosão de benefícios e aumento da carga de trabalho; Alison Clark, gerente de coleções, citou mudanças recentes nas políticas de trabalho remoto e a falta de diálogo sobre iniciativas.
- A mobilização tem gerado solidariedade entre setores; a analista de dados Tiffany Camusci disse que a organização tem quebrado barreiras e mostrado que as preocupações são compartilhadas; com a aprovação da petição, a eleição deve ocorrer nas próximas semanas, acompanhando uma tendência de sindicalização em instituições culturais nos Estados Unidos.
Trabalhadores do Metropolitan Museum of Art deram um passo significativo em direção à sindicalização. No dia 17 de novembro, o Local 2110 do United Auto Workers (UAW) protocolou uma petição junto ao National Labor Relations Board (NLRB) para realizar uma eleição sindical que abrange cerca de 1.000 funcionários, tanto em regime integral quanto parcial.
A iniciativa de sindicalização começou de forma informal em 2020, em resposta a preocupações com furloughs, cortes orçamentários e a carga de trabalho crescente durante a pandemia. A proposta, se aprovada, reunirá trabalhadores de diversas áreas, incluindo conservação, serviços ao visitante, suporte curatorial e operações. O Met conta com mais de 2.000 empregados, sendo que alguns já são representados por outros sindicatos.
Funcionários expressam que a decisão de se organizar formalmente reflete anos de insatisfação com a equidade salarial, proteção no emprego e a pressão crescente para manter um dos maiores museus do mundo. Rebecca Capua, conservadora com 16 anos de experiência no Met, destacou que a união é essencial para garantir que seus empregos sejam sustentáveis a longo prazo.
Motivações para a Sindicalização
Os trabalhadores relatam que a administração frequentemente toma decisões sem consultar a equipe, resultando na erosão de benefícios e aumento da carga de trabalho. Alison Clark, gerente de coleções, mencionou que as recentes mudanças nas políticas de trabalho remoto e a falta de diálogo sobre iniciativas impactam diretamente o dia a dia dos funcionários.
A mobilização também tem promovido um senso de solidariedade entre os setores. Tiffany Camusci, analista de dados, ressaltou que a organização tem quebrado barreiras e mostrado que as preocupações são compartilhadas por muitos. Com a aprovação da petição pelo NLRB, uma eleição será agendada nas próximas semanas, permitindo que os trabalhadores do Met se unam a uma crescente onda de sindicalização em instituições culturais nos Estados Unidos.
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