Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Moro cobra diretor da PF por não ter participado de operação no RJ

Moro cobra explicações à Polícia Federal na CPI do Crime Organizado, após a ausência na megaoperação no Rio, em outubro, que deixou 121 mortos

Crítica se deu à não participação da Polícia Federal na megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro, em outubro. (Foto: Andressa Anholete/Agência Senado)
0:00
Carregando...
0:00
  • Moro criticou a atuação da Polícia Federal during a CPI do Crime Organizado realizada na terça-feira, 18 de novembro, destacando a ausência da PF na megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro, em outubro, que deixou 121 mortos.
  • Ele afirmou que isso gera a percepção de que a PF não está fazendo o suficiente no combate ao crime organizado.
  • Moro questionou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, sobre a falta de firmeza contra facções como o Comando Vermelho e o PCC, defendendo uma atuação mais integrada e equipes especializadas.
  • Rodrigues disse que não havia base legal para atuar na operação no Rio e que houve apenas contato operacional com a polícia local; citou estruturas permanentes como as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco) e mencionou a operação Redentor II.
  • A sessão evidenciou a necessidade de uma abordagem mais robusta e coordenada no combate ao crime organizado, diante da influência crescente de facções nas comunidades.

O senador Sérgio Moro (União-PR) criticou a atuação da Polícia Federal (PF) durante a CPI do Crime Organizado, realizada na terça-feira, 18 de novembro. Ele destacou a ausência da PF na megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro, em outubro, que resultou na morte de 121 pessoas. Para Moro, essa situação gerou uma “percepção” de que a corporação “não está fazendo o suficiente” no combate ao crime organizado.

Moro questionou o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, sobre a falta de firmeza nas ações contra facções como o Comando Vermelho e o PCC. Ele sugeriu que a PF deveria ter adotado uma abordagem mais integrada e criado equipes especializadas para enfrentar esses grupos criminosos. O senador lembrou que a PF mobilizou grupos específicos para investigar os atos de 8 de janeiro de 2023 e questionou por que uma estratégia semelhante não foi aplicada no combate a facções.

Em resposta, Andrei Rodrigues defendeu que a PF não tinha base legal para atuar na operação fluminense e que houve apenas um contato operacional com a polícia local. Ele enfatizou que a PF possui estruturas permanentes, como as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (Ficco), para lidar com o crime organizado. Rodrigues também mencionou a operação Redentor II, que está em andamento e segue um modelo de atuação integrada.

A discussão na CPI evidenciou a necessidade de uma abordagem mais robusta e coordenada no combate ao crime organizado, especialmente considerando a crescente influência de facções como o Comando Vermelho e o PCC nas comunidades.

Relacionados:

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais