- O Ministério da Saúde vai investir R$ 4,5 bilhões na Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS, incluindo o primeiro hospital inteligente no Hospital das Clínicas da USP, em São Paulo, com inauguração prevista para 2029; o financiamento vem do Banco dos BRICS (BRICS), que destinará R$ 1,7 bilhão.
- A iniciativa prevê a criação de 14 UTIs e 8 serviços automatizados em 13 estados.
- O objetivo é reduzir o tempo de espera em emergências para até 90 minutos e diminuir o tempo médio de internação nas UTIs de 48 horas para 24 horas, além de cortar custos operacionais em até 10%.
- O projeto, que será gerido em parceria entre o Ministério da Saúde e a USP, pretende atender cerca de 180 mil pacientes por ano em situações de emergência e terapia intensiva.
- As UTIs inteligentes ficarão interligadas em cidades como Manaus, Belém, Recife e Brasília, com monitoramento contínuo e troca de informações entre especialistas; a proposta foi apresentada ao Banco dos BRICS em março e tem apoio das Secretarias de Saúde correspondentes.
O Ministério da Saúde anunciou um investimento de R$ 4,5 bilhões na criação de uma rede de hospitais e serviços inteligentes do SUS. O projeto inclui a construção do primeiro hospital inteligente no Hospital das Clínicas da USP, em São Paulo, com previsão de inauguração em 2029. O financiamento será parcialmente garantido pelo Banco dos BRICS, que destinará R$ 1,7 bilhão ao projeto.
A nova unidade fará parte da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes, que visa modernizar a assistência médica no Brasil. Além do hospital em São Paulo, a iniciativa prevê a criação de 14 UTIs e 8 serviços automatizados em 13 estados, com o objetivo de reduzir o tempo de espera por atendimentos em emergências e aumentar a eficiência dos serviços de saúde.
Melhoria na Assistência
O hospital inteligente promete uma redução de 25% no tempo de espera nas emergências, com atendimento previsto em até 90 minutos. O projeto também visa diminuir o tempo médio de internação, passando de 48 horas para 24 horas nas UTIs. A integração dos sistemas permitirá uma redução de custos operacionais em até 10%.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância da inovação tecnológica na saúde pública. Ele afirmou que o projeto traz ao Brasil o que há de mais avançado em termos de inteligência artificial e gestão de dados. A expectativa é que a unidade atenda anualmente 180 mil pacientes em situações de emergência e terapia intensiva.
Expansão Nacional
As UTIs inteligentes serão interligadas e funcionarão em hospitais selecionados em cidades como Manaus, Belém, Recife e Brasília. Essa rede permitirá um monitoramento contínuo e a troca de informações entre especialistas, promovendo uma assistência mais ágil e precisa.
O projeto foi apresentado ao Banco dos BRICS em março e recebeu apoio durante reuniões subsequentes. O acordo de cooperação técnica com a USP e a Secretaria de Saúde de São Paulo foi a etapa final para garantir o financiamento necessário. A gestão do hospital será compartilhada entre o Ministério da Saúde e a USP, visando oferecer um atendimento mais humano e eficiente à população.
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