- O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, julgou prejudicado o pedido de prisão domiciliar humanitária a Jair Bolsonaro, diante da prisão preventiva decretada e cumprida na manhã de sábado.
- Também foram julgados prejudicados 29 pedidos de autorização de visitas feitos por aliados do ex-presidente antes da decretação da preventiva.
- A decretação da custódia levou ao cancelamento das autorizações de visitas já concedidas durante o regime domiciliar.
- A decisão foi publicada em despacho neste sábado, 22, no âmbito da ação penal do oito de janeiro.
- A defesa informou que vai recorrer, com embargos infringentes e eventuais agravos, e que o mérito dos pedidos não será analisado devido à preventiva.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, julgou prejudicado o pedido de prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão ocorreu após a decretação da prisão preventiva, cumprida na manhã deste sábado, no contexto da ação penal do 8 de janeiro.
Moraes também declarou prejudicados 29 pedidos de autorização de visitas feitos por aliados de Bolsonaro antes da preventiva. Com a custódia decretada, as autorizações já concedidas para visitas foram canceladas.
Medidas e recursos
A análise refere-se ao despacho assinado neste sábado, 22, no âmbito da ação penal do 8 de janeiro. A defesa afirma risco à integridade física e à vida de Bolsonaro caso a pena seja cumprida em regime fechado. Os advogados tentam, ainda, recursos como embargos infringentes e agravos.
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