- O Ministério Público de São Paulo denunciou oito pessoas pelo assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, ocorrido em 15 de setembro em Praia Grande, atribuindo o crime ao Primeiro Comando da Capital (PCC) e indicando planejamento iniciado em março.
- Os denunciados respondem por homicídio qualificado, tentativas de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e participação em organização criminosa armada; o plano incluiu roubo de veículos, compra de armas e logística para a execução.
- Na data do crime, a vítima foi emboscada na saída da prefeitura e morta com disparos de fuzil; após o ataque, os criminosos atearam fogo em um dos veículos usados.
- Além do homicídio, houve duas tentativas de homicídio contra transeuntes atingidos por balas perdidas; Umberto Alberto Gomes, conhecido como Playboy, morreu durante abordagem policial em 30 de setembro; o DNA dele foi encontrado em locais vinculados ao planejamento.
- A investigação identificou quatorze pessoas ligadas ao caso; dois suspeitos continuam foragidos; cinco indiciados pelo PCC ficaram responsáveis pela logística; a primeira fase foi concluída para manter as prisões.
O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) denunciou oito pessoas pelo assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, ocorrido em 15 de setembro, em Praia Grande. O crime, segundo a investigação, foi orquestrado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) e envolveu um planejamento que começou em março deste ano.
Os denunciados enfrentam acusações de homicídio qualificado, tentativas de homicídio, porte ilegal de arma de fogo e participação em organização criminosa armada. O MP-SP detalhou que o plano incluiu roubo de veículos, compra de armas e logística para a execução do crime. Na data do assassinato, a vítima foi emboscada na saída da prefeitura e morta com disparos de fuzil. Após o ataque, os criminosos atearam fogo em um dos veículos utilizados.
Desdobramentos da Investigação
Além do ex-delegado, duas tentativas de homicídio foram registradas, relacionadas a transeuntes que foram atingidos por balas perdidas. Um dos investigados, Umberto Alberto Gomes, conhecido como “Playboy”, morreu durante uma abordagem policial em 30 de setembro. Ele teve seu DNA encontrado em locais associados ao planejamento do crime.
A investigação identificou 14 pessoas ligadas ao caso, sendo que dois dos suspeitos continuam foragidos. Os cinco indiciados por envolvimento com o PCC foram responsáveis pela logística do ataque. A primeira fase da investigação foi concluída para garantir o indiciamento e a manutenção das prisões dos suspeitos.
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