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Bolsonaro cita alucinação em tentativa de violar tornozeleira; prisão permanece

Bolsonaro afirma que a tentativa de violar a tornozeleira decorreu de paranoia e alucinações provocadas por remédios psiquiátricos; prisão permanece

Bolsonaro negou que tenha tentado violar a tornozeleira a fim de fugir. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
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  • Bolsonaro permanece detido na Polícia Federal em Brasília após tentativa de violação da tornozeleira eletrônica; audiência de 23 de novembro manteve a prisão preventiva.
  • Em audiência, ele afirmou que o incidente foi motivado por paranoia e alucinações decorrentes de medicamentos psiquiátricos, e que houve apenas alucinação de uma suposta escuta.
  • O ex-presidente disse não lembrar de episódios semelhantes no passado e informou ter tomado um dos remédios cerca de quatro dias antes da prisão; a juíza Luciana Yuki Fugishita Sorrentino afirmou que não houve irregularidades na decisão do ministro Alexandre de Moraes.
  • Detalhes da tentativa: Bolsonaro começou a manipular a tornozeleira com um ferro de soldar na tarde de sexta-feira, vinte e um de novembro, e interrompeu por volta da meia-noite; disse ter conhecimento do funcionamento do equipamento e que possuía o ferro em casa, comunicando os agentes após perceber a gravidade.
  • Bolsonaro negou intenção de fuga e destacou que vigília convocada por Flávio Bolsonaro ocorreria a setecentos metros de sua residência, o que impediria tumulto; caso permanece sob monitoramento. Com informações da Agência Estadão.

O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece detido na Polícia Federal em Brasília após uma tentativa de violação de sua tornozeleira eletrônica. Em audiência realizada no último domingo, 23 de novembro, ele alegou que o incidente foi motivado por “paranoia” e “alucinações” resultantes do uso de medicamentos psiquiátricos. As informações foram apresentadas à juíza Luciana Yuki Fugishita Sorrentino, que decidiu manter a prisão preventiva.

Bolsonaro relatou à juíza que acreditava estar sendo monitorado por escuta na tornozeleira, o que o levou a tentar abrir o dispositivo. Ele afirmou não se recordar de episódios semelhantes no passado e mencionou que havia tomado um dos remédios cerca de quatro dias antes de sua prisão. A juíza constatou que não houve irregularidades na decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou a prisão.

Detalhes da Tentativa de Violação

De acordo com os relatos, Bolsonaro começou a manipular a tornozeleira com um ferro de soldar na tarde de sexta-feira, 21 de novembro, e interrompeu a atividade por volta da meia-noite. Ele alegou ter conhecimento sobre o funcionamento do equipamento e que possuía o ferro de solda em casa. Após perceber a gravidade da situação, comunicou os agentes responsáveis pela fiscalização.

Na audiência, o ex-presidente negou qualquer intenção de fugir e destacou que não houve rompimento do dispositivo. Bolsonaro também mencionou que a vigília convocada por seu filho Flávio ocorreria a 700 metros de sua residência, o que, segundo ele, impossibilitaria qualquer tumulto que pudesse facilitar uma fuga.

A situação de Bolsonaro continua sob monitoramento, e a decisão da justiça reafirma a gravidade das acusações que pesam sobre ele. Com informações da Agência Estadão.

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