- Bolsonaro foi preso preventivamente por suposta tentativa de fuga associada à vigília de oração, conforme decisão de Alexandre de Moraes para manter a ordem pública.
- Moraes citou violação de tornozeleira eletrônica pelo ex-presidente e teria visto intenção de romper o dispositivo para facilitar a fuga, supostamente acionada pela manifestação convocada pelo filho dele.
- A imprensa internacional repercutiu, com críticas ao ministro Moraes por parte do governo americano, que descreveu a prisão como provocativa e desnecessária.
- O Partido Liberal intensificou a defesa da anistia, com cerca de 280 votos disponíveis, buscando votar o destaque de preferência para retornar à anistia ampla.
- As bancadas do PL se reuniram, sob liderança de Valdemar da Costa Neto, para cobrar votações ainda nesta semana visando a aprovação do destaque e retorno à versão ampla da proposta.
A vigília pacífica de oração ligada à suposta tentativa de fuga do ex-presidente Jair Bolsonaro levou à prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes. A decisão, tomada no último sábado, ocorria sob o argumento de garantia da ordem pública, com a acoplada comunicação de violação da tornozeleira eletrônica, segundo o ministro.
Ao longo desta segunda-feira, a reação ganhou contornos políticos. O Partido Liberal intensificou a defesa da anistia ampla, estimando quase 280 votos favoráveis e buscando levar a votação de um destaque de preferência ainda nesta semana. Bancadas se reuniram em Brasília para definir a estratégia.
A orientação é devolver o texto à versão anterior, que previa anistia ampla e irrestrita, por meio de emenda. A meta é pressionar deputados de seus estados a votarem o destaque, com estimativa de que haja suporte suficiente para a aprovação, segundo o PL.
Internacionalmente, parte da imprensa e autoridades deslocaram críticas à prisão, com repercussões diplomáticas já citadas por representantes de governos estrangeiros e observadores, ampliando o peso político do caso no cenário nacional.
O PL mantém a pauta de anistia como resposta institucional ao que classificam como perseguição política. A definição de votação está prevista para ainda esta semana, com expectativa de retorno à versão de ampla abrangência.
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