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Defesa acusa que Bolsonaro não olha para celular de Nikolas em imagens

Defesa de Bolsonaro sustenta que não houve contato visual com o celular de Nikolas Ferreira e que houve monitoramento externo durante a prisão domiciliar

A defesa de Bolsonaro cumpriu o pedido de explicações de Moraes, apontando que o ex-presidente não fez contato visual com o celular de Nikolas Ferreira. (Foto: Renato Araújo/Câmara dos Deputados)
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  • A defesa de Jair Bolsonaro, sob prisão domiciliar, apresentou explicações ao Supremo Tribunal Federal sobre imagens de drone da visita de Nikolas Ferreira (PL-MG).
  • As imagens mostram Nikolas Ferreira com o celular durante a visita; a defesa afirma que Bolsonaro não teve contato visual com o telefone.
  • Ainda segundo os advogados, havia monitoramento externo na área onde ocorreram as imagens, captadas por drone.
  • Os advogados destacam que Bolsonaro sempre cumpriu todas as medidas cautelares impostas pelo STF e não utilizou telefone durante o período da prisão domiciliar.
  • A defesa mantém a leitura de que não houve irregularidade ou violação das regras de monitoramento.

O corpo da notícia começa com a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro apresentando explicações sobre as imagens que captaram a visita do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) a Bolsonaro, que cumpria prisão domiciliar. O episódio ocorreu nesta quinta-feira (27) na residência do ex-presidente, e a defesa entregou argumentos a Moraes para esclarecer o ocorrido.

Imagens de drone mostraram a conversa na área externa da casa, com questionamentos sobre contato visual com o celular de Nikolas Ferreira. Moraes já havia exigido explicações sobre o uso de telefone no contexto da prisão domiciliar e monitoramento da região.

Detalhes das imagens

A defesa sustentou que Bolsonaro não manteve contato visual com o celular de Nikolas Ferreira e que houve monitoramento externo na área onde as imagens foram registradas. Concluíram que o ex-presidente cumpriu estritamente as medidas cautelares impostas pelo STF ao longo de todo o período de prisão domiciliar.

Segundo os advogados, não houve uso de telefone celular, direta ou indiretamente, durante o período de vigilância. A defesa reforçou que as explicações foram apresentadas conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes.

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