- Lula almoçou com o senador Weverton Rocha no Palácio da Alvorada para buscar apoio à indicação de Jorge Messias ao STF.
- Davi Alcolumbre, presidente da Comissão de Constituição e Justiça, reclamou da demora na envio da mensagem formal e criticou o fisiologismo no processo.
- Weverton Rocha, relator da indicação na CCJ, deve apresentar o parecer inicial ainda nesta semana.
- A sabatina de Messias está marcada para o dia dez de maio, com votação no plenário do Senado para confirmar o ministro.
- O governo rebate as críticas, com a ministra Gleisi Hoffmann afirmando respeito à CCJ e negando prática de fisiologismo.
Em meio à crise entre o governo e Davi Alcolumbre, o presidente Lula almoçou nesta segunda-feira no Palácio da Alvorada com o senador Weverton Rocha. A reunião tem como objetivo assegurar o apoio do relator da CCJ à indicação de Jorge Messias para o STF e contornar o impasse com o Senado. A cobrança é pela agilização da mensagem formal de indicação.
Weverton Rocha, relator da indicação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), deverá apresentar o parecer inicial ainda nesta semana. A expectativa é que o projeto siga para sabatina no colegiado, marcada para 10 de maio, e depois para votação no plenário do Senado. Com a aprovação, Messias pode avançar para a suplência na vaga.
Avanços e reações
Davi Alcolumbre reclamou publicamente da demora na envio da mensagem formal de indicação, classificando a situação como ofensiva e criticando o que chamou de fisiologismo. A ministra Gleisi Hoffmann (PT) afirmou que o governo mantém respeito institucional por Alcolumbre e rejeitou a ideia de negociações por cargos como base da articulação política. A agenda de Messias considera o ritmo de votações na CCJ e no plenário como determinante para a confirmação.
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