- Durante o lançamento da pré-candidatura de Eduardo Girão ao governo do Ceará, Michelle Bolsonaro criticou a aproximação da direita com Ciro Gomes e disse que não fará alianças com ele, mantendo seus valores cristãos.
- O deputado André Fernandes (PL-CE) tem se aproximado de Ciro Gomes e participou do ato de filiação ao PSDB de Ciro, segundo a matéria.
- Fernandes rebateu as críticas, afirmando que a própria esposa do ex-presidente pediu para ligar para Ciro Gomes no viva-voz e que o apoio seria ao Ciro.
- O advogado Sebastião Coelho opinou que Ciro pode ser candidato, mas não representa a direita.
- O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), pode disputar a reeleição; Michelle tem feito viagens pelo país para articulações políticas e é cotada para concorrer ao Planalto em 2026 ou como vice na chapa de Tarcísio de Freitas.
Durante o lançamento da pré-candidatura do senador Eduardo Girão ao governo do Ceará, Michelle Bolsonaro solicitou silêncio ao público e deixou claro que não vai firmar alianças com Ciro Gomes. A ex-primeira-dama destacou a necessidade de manter valores cristãos firmes na política.
O deputado federal André Fernandes rebateu a fala de Michelle, lembrando uma aproximação envolvendo o presidente e Ciro Gomes. Fernandes citou uma chamada já combinada para apoio ao ex-ministro, mantendo posição de fidelidade a decisões anteriores do núcleo do atual governo.
Sebastião Coelho, advogado, acompanhou o tom crítico, afirmando que Ciro pode ser candidato, mas não representa a direita de forma única. O evento também contou com a participação de apoiadores de Girão e de outros membros do centrão cearense.
Contexto político no Ceará
Antes do ato, Michelle já criticava aproximações entre a direita e Ciro Gomes, com foco na filiação de André Fernandes ao PSDB. Fernandes participou do ato de filiação, enquanto Michelle reforçava a defesa de valores conservadores.
Elmano de Freitas, atual governador pelo PT, pode disputar a reeleição; Roberto Cláudio também deixou o PDT, entrando no radar de alianças locais. Michelle tem percorrido o país articulando pré-candidaturas ao Senado e aos governos estaduais.
Cenário nacional e desdobramentos
A–ex-primeira-dama tem sido citada como cotada para substituir Jair Bolsonaro na disputa presidencial de 2026 ou para compor como vice na chapa com Tarcísio de Freitas. O governador de São Paulo busca reeleição e conta com o apoio do PSD para uma eventual chapa presidencial.
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