- O Tribunal Superior Eleitoral iniciou nesta segunda-feira, 1º, o Teste da Urna 2025, etapa de checagem da segurança das urnas para as próximas eleições.
- O teste recebeu 149 propostas, com 38 aprovadas para execução ao longo da semana e 31 especialistas atuando na tentativa de invadir os equipamentos.
- Participam hackers éticos, programadores, peritos da Polícia Federal e representantes de universidades, em ambiente monitorado para identificar brechas.
- A ministra Cármen Lúcia afirmou que os testes buscam assegurar transparência, integridade, segurança e confiabilidade de todo o sistema eleitoral.
- O retorno dos investigadores está previsto para o primeiro semestre de 2026 para verificar a efetividade das correções, e o Teste da Urna segue até sexta-feira, 5 de setembro.
O Tribunal Superior Electoral (TSE) iniciou nesta segunda-feira o Teste da Urna 2025, etapa de checagem técnica das urnas eletrônicas que participam das eleições no Brasil. O objetivo é assegurar que cada voto registrado seja apurado, totalizado e proclamado com confiabilidade, em preparação para as eleições gerais de 2026.
Este ano, o processo recebeu 149 propostas, das quais 38 foram aprovadas para execução ao longo da semana. Ao todo, 31 especialistas atuam na tentativa de invadir os equipamentos para identificar brechas, em um ambiente monitorado com planos de melhorias já implementados. A avaliação deve retornar ao TSE no primeiro semestre de 2026 para verificar a efetividade das correções.
Participantes e objetivos
Entre os aprovados estão hackers éticos, programadores, peritos da Polícia Federal e representantes de universidades, todos trabalhando para testar a resiliência do sistema eleitoral. Os testes visam demonstrar que o que é registrado na urna será apurado, totalizado e proclamado com absoluta confiabilidade, fortalecendo a segurança do processo.
Cronograma e histórico
O Teste da Urna ocorre em ambiente reservado, com entrada controlada e monitoramento por câmeras. Caso sejam encontradas vulnerabilidades, há tempo suficiente para corrigir antes do pleito. O procedimento compõe o calendário de aperfeiçoamento da Justiça Eleitoral, que desde 2009 realiza checagens periódicas e tornou as avaliações obrigatórias em 2026. Ao longo do histórico, 157 especialistas já participaram e 112 planos de melhorias foram executados.
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