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Alcolumbre cancela sabatina de Jorge Messias e critica o governo

Senado cancela sabatina de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal devido ao atraso do governo na formalização da indicação; sem data marcada

Birra. Alcolumbre não quis atender Messias e rompeu relações com Jaques Wagner – Imagem: Zeca Ribeiro/Agência Câmara
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  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou a sabatina de Jorge Messias para o STF, marcada para 10 de dezembro, sem nova data anunciada.
  • O cancelamento ocorreu por atraso do governo na envio oficial da indicação e de documentos ao Senado para análise pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo plenário.
  • O regimento interno permite a sabatina apenas após a formalização; na quarta-feira (3) estava prevista a leitura do parecer do relator, senador Weverton Rocha, que já indicou ser favorável.
  • Rocha afirmou que a atuação do governo foi omissa e grave, mudando o cronograma da sabatina, que era prerrogativa do Legislativo.
  • O governo enfrenta resistência entre senadores da base bolsonarista e manterá tensão com o Congresso em meio a disputas sobre o nome de Messias.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou a sabatina de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, prevista para 10 de dezembro. O motivo envolve a demora do governo em enviar oficialmente a indicação e os documentos necessários para análise pela CCJ e pelo plenário. O regimento interno permite a sabatina apenas após a formalização da indicação.

Ainda sem nova data, a expectativa era de a leitura do parecer do relator, senador Weverton Rocha, nesta quarta-feira, 3 de dezembro, o que poderia alterar o cronograma já acordado. Rocha havia sinalizado ser favorável ao nome do indicado pelo presidente Lula.

A motivação do cancelamento passou pela necessidade de evitar alegações de irregularidades no processo. Além disso, o governo enfrenta resistências no Senado, com críticas de aliados da base bolsonarista e descontentamento com a possibilidade de nomes alternativos, como Rodrigo Pacheco, para a vaga. O episódio mantém tensão entre Planalto e Congresso e não há confirmação de novas datas.

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