- O Conselho de Ética da Câmara adiou para quarta-feira, 3, às 14h, a análise de pareceres sobre denúncias contra Lindbergh Farias, André Janones e Guilherme Boulos.
- As denúncias, apresentadas pelo Partido Liberal, envolvem quebra de decoro, ofensas a colegas e imputações falsas divulgadas em redes.
- Lindbergh Farias, do PT/RJ, responde a dois processos: ofensa a Gustavo Gayer (PL-GO) e imputações falsas contra Marcel van Hattem (Novo-RS) nas redes; o post cita suposto golpe envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.
- André Janones, do Avante, responde a três processos relacionados às acusações de decoro e à atuação do colegiado.
- Guilherme Boulos, do PSOL, é acusado pelo PL de ter ofendido parlamentares da sigla durante reunião do Conselho em abril, citando casos contra bolsonaristas como Gi alvan da Federal e Gustavo Gayer.
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara adiou para quarta-feira, 3, às 14h, a análise de pareceres sobre denúncias de quebra de decoro envolvendo os deputados Lindbergh Farias (PT-RJ), André Janones (Avante-MG) e Guilherme Boulos (PSOL). As representações foram apresentadas pelo PL e apontam para ofensas a colegas e divulgações de imputações falsas em redes, com possibilidade de punições e discussão sobre imunidade.
As acusações contra Lindbergh Farias envolvem duas ações. A primeira o acusa de chamar o deputado Gustavo Gayer (PL-GO) de “canalha” em entrevista ao Jornal O Tempo, em março. A segunda, apresentada pelo Novo, sustenta que Lindbergh compartilhou imputações falsas contra Marcel van Hattem (Novo-RS) nas redes, citando uma acusação de que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, estaria envolvido em suposto golpe. Lindbergh pleiteia defesa e a defesa aponta imunidade.
Janones responde a três processos no âmbito do Conselho. Guilherme Boulos, por sua vez, é acusado pelo PL de ter feito ataques a parlamentares da sigla durante reunião do colegiado em abril, quando foram discutidas acusações contra Glauber Braga (PSOL). Na ocasião, Boulos teria feito menções a casos envolvendo bolsonaristas, entre eles declarações sobre Gilvan da Federal e o ministro Moraes, que motivaram o pedido de apuração pelo PL.
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