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Messias janta com senadores, pastores e ministros em busca de apoio

Jantar entre evangélicos, senadores e ministros adia sabatina de Messias ao STF, sinalizando esforço do governo para ampliar respaldo junto à base religiosa

Jorge Messias participou de um jantar na última terça-feira (02), onde estiveram reunidos pastores, senadores, deputados e ministros do Supremo. Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
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  • O indicado por Lula ao STF, Jorge Messias, participou de um jantar na terça-feira, dia dois, reunindo pastores, senadores, deputados e ministros do Supremo.
  • No mesmo dia, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, adiou a sabatina de Messias para votação sobre a indicação.
  • O adiamento é visto como estratégico por aliados do governo, já que Alcolumbre não suporta a indicação e busca reduzir o espaço para angariar apoio.
  • O jantar, promovido pelo senador Carlos Viana, contou com a presença de figuras próximas a Bolsonaro, além de ministros do STF André Mendonça e Cristiano Zanin, e deputados como Otoni de Paula e Marcos Pereira.
  • A participação de lideranças evangélicas e de representantes do governo busca ampliar o apoio à nomeação para a vaga no STF.

Na terça-feira (02), um jantar reuniu pastores, senadores, ministros do STF e integrantes do governo para tratar da indicação de Jorge Messias ao STF. O encontro coincidiu com o adiamento da sabatina que avaliaria a candidatura.

Entre os presentes estiveram o ministro André Mendonça e o ministro Cristiano Zanin, além de deputados federais e dirigentes evangélicos. Também participaram o pastor Robson Rodovalho, fundador da Sara Nossa Terra, e o pastor Sergio Carazza, secretário-executivo de Damares Alves. Estavam ainda senadores de vários estados.

A sabatina, marcada para avançar a indicação, foi adiada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A manobra é interpretada como sinal de resistência à nomeação, dada a proximidade de Messias com o governo e a aposta dos aliados de Bolsonaro na mobilização de parlamentares evangélicos.

A reunião evidencia a disputa política envolvendo a base governista, o Congresso e diferentes segmentos religiosos. O objetivo, segundo apuração, foi consolidar apoio à indicação e contornar entraves que, segundo aliados, podem atrasar ou inviabilizar a assinatura do novo membro da Corte.

Fonte: Estadão Conteúdo

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