- A Polícia Federal deflagrou mandados de busca e apreensão na 13ª Vara Federal de Curitiba, nesta quarta-feira (3).
- Dispositivos eletrônicos e documentos físicos foram apreendidos, conforme autorização do ministro Dias Toffoli.
- Os mandados fiscalizam a denúncia de Tony Garcia contra Sergio Moro, relacionada a suposta gravação ilegal em 2004 no âmbito do caso Banestado.
- Moro não é investigado; STF ainda não detalhou os autos, e a defesa do senador afirmou que não houve irregularidades no passado.
- A 13ª Vara Federal de Curitiba é a mesma que tramitou processos da Lava Jato, com ligações possíveis aos fatos citados por Garcia.
A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na 13ª Vara Federal de Curitiba nesta quarta-feira (3), no âmbito da denúncia de Tony Garcia contra Sergio Moro. Os anúncios apontam para a análise de dispositivos e documentos físicos, já solicitados pela Corte há tempo, em um gabinete ligado à vara. A motivação é a suposta gravação ilegal ocorrida em 2004, relacionada ao caso Banestado, segundo fontes já informadas aos veículos de imprensa.
Tony Garcia denuncia que foi coagido a gravar autoridades, supostamente pelo acordo de delação premiada vinculado ao Banestado. Moro não é investigado na apuração. A defesa do senador afirma que não houve irregularidade e que o inquérito foi iniciado com base em relato considerado fantasioso.
Mandados e autorizações
Os mandados foram autorizados pelo ministro Dias Toffoli, segundo apuração inicial. STF ainda não detalhou o conteúdo dos autos, tampouco confirmou a extensão das diligências realizadas pela PF.
Reações oficiais
Moro sustenta que não há competência do STF no inquérito, destacando que não houve ato praticado por ele na condição de senador ou ministro. A defesa do senador afirma que as diligências servirão para demonstrar a falta de veracidade dos relatos de Tony Garcia.
Contexto do inquérito
A 13ª Vara Federal de Curitiba já esteve ligada a processos da Lava Jato e, segundo fontes, poderia guardar relação com os fatos denunciados. O STF informou que não há detalhamento adicional no momento. Novas informações devem ser divulgadas pela Justiça à medida que houver avanço.
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