- A CPMI do INSS, presidida pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), agenda a convocação de Fabio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente Lula.
- O pedido de convocação foi apresentado pelo Novo e aponta indícios financeiros ligando operadores da “Farra do INSS” a pessoas próximas ao presidente.
- O requerimento, assinado por Marcel van Hattem, Eduardo Girão, Adriana Ventura e Luiz Lima, cita informações da imprensa sobre Ricardo Bimbo, dirigente do PT, que teria recebido mais de R$ 8,4 milhões de uma empresa envolvida no esquema.
- O Novo afirma que houve pagamento de boleto ao contador de Lulinha, que é investigado na Operação Fim da Linha por suspeita de lavagem de dinheiro, e que a coincidência temporal dos repasses exige esclarecimentos.
- O presidente da CPMI, Carlos Viana, afirmou em rede social que cada requerimento será votado individualmente, destacando que a CPMI não tem lado, nem medo e nem dono.
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), confirmou em rede social nesta terça-feira (2) que a pauta da comissão inclui a convocação de Fabio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. Viana afirmou que cada requerimento será votado individualmente para proporcionar transparência sobre como cada parlamentar vota. A CPMI continua sem lado, sem medo e sem dono, segundo o senador.
O grupo Novo protocolou o pedido de convocação para depor Lulinha na CPMI do INSS. Assinado por Marcel van Hattem, Eduardo Girão, Adriana Ventura e Luiz Lima, o requerimento sustenta a existência de indícios financeiros ligando operadores da chamada “Farra do INSS” a pessoas próximas ao presidente da República. O documento menciona, ainda, o dirigente do PT Ricardo Bimbo, que teria recebido valores de uma empresa envolvida no esquema, e a relação com o contador de Lulinha, alvo de investigações.
Segundo o Novo, há indicação de repasses financeiros ocorrendo no período discutido pela CPMI, com uma suposta conexão entre essas operações e a contabilidade ligada a Lulinha. O partido sustenta que a coincidência temporal dos pagamentos exige explicações rápidas e que a investigação sobre os negócios do entorno do presidente é essencial para entender a extensão do esquema apresentado pela imprensa.
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