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Sesai se alinha à saúde coletiva em debate sobre mudanças climáticas

Mesa sobre resiliência climática e saúde indígena amplia debate de justiça climática, com foco em programa estrutural e atualizações da Pnaspi

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Foto: Fábio Miranda/MS
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  • O 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, Abrascão, aborda Democracia, Equidade e Justiça Climática na saúde, conectando clima e políticas públicas.
  • No dia 30, houve a mesa “Resiliência climática e saúde indígena: resposta a eventos extremos e promoção de territórios sustentáveis” promovida pela Sesai, com foco em justiça climática e ações estruturantes.
  • O Comitê de Respostas a Eventos Extremos na Saúde Indígena (Cresi) mostrou atuação desde 2023, incluindo monitoramento, apoio logístico e medidas para mitigar impactos de mudanças climáticas.
  • Debatedores incluíram a secretária adjunta da Sesai, Lucinha Tremembé, Guilherme Franco Netto (Fiocruz) e Marcus Quito (Opas); Vanderson Brito coordena o Cresi.
  • A Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (Pnaspi) foi atualizada, com seminários regionais; o objetivo é adaptar a política às demandas atuais e universalizar saneamento indígena em 100% do território.

A 14ª edição do Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva, o Abrascão, reuniu debate sobre clima, equidade e democracia na saúde. O foco foi a relação entre mudanças climáticas e povos indígenas, com ênfase em políticas públicas e resiliência territorial. O tema central convidou a olhar para medidas que promovam justiça climática no âmbito da saúde.

No dia 30, a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) promoveu a mesa Resiliência climática e saúde indígena: resposta a eventos extremos e promoção de territórios sustentáveis. O encontro contou com Vanderson Brito, assessor do Comitê de Respostas a Eventos Extremos na Saúde Indígena (Cresi), como coordenador. Estiveram presentes Lucinha Tremembé, secretária adjunta da Sesai, Guilherme Franco Netto, da Fiocruz, e Marcus Quito, da Opas.

O debate abordou estratégias de justiça climática e a construção de um programa estruturante de resiliência nos territórios. Participaram representantes de 34 distritos sanitários especiais indígenas, além de parceiros e conhecedores da pauta. O objetivo é ampliar ações já em curso desde 2023, incluindo monitoramento, apoio logístico e orientações de atuação em eventos extremos.

Avanços e perspectivas

Foi apresentada a atuação do Cresi na prevenção e minimização de impactos à saúde indígena, com foco em enchentes, secas e incêndios. A Sesai destacou seminários regionais da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (Pnaspi) e o desenvolvimento de um programa de resiliência climática, elaborado a partir dos territórios.

Marcus Quito enfatizou a relação entre variações de temperatura e padrões epidemiológicos de doenças, reforçando a necessidade de monitoramento integrado. Guilherme Franco Netto ressaltou que a mudança climática exige ações conjuntas com os povos, não apenas soluções técnicas.

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