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Acordo da AGU de Messias com Eletrobras é considerado constrangedor

STF classifica acordo da AGU com a Eletrobras sobre desestatização como constrangedor, destacando jabuti sobre Eletronuclear e ausência de ouvidos aos trabalhadores

Dino afirmou que o acordo viabilizado pela AGU de Messias com a Eletrobras (atual Axia) é "constrangedor". (Foto: Ton Molina/STF)
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  • STF retomou o julgamento sobre a homologação do acordo entre a Advocacia-Geral da União, chefiada por Jorge Messias, e a Eletrobras (atual Axia) referente ao processo de desestatização.
  • O ministro Flávio Dino chamou o acordo de “constrangedor” e destacou o “jabuti” relacionado à Eletronuclear.
  • Dino afirmou que, segundo a defesa, os trabalhadores não foram ouvidos, e que isso envolve imperativos constitucionais.
  • A fala ocorreu durante a retomada do julgamento nesta quinta-feira (4).
  • A Eletrobras, hoje chamada Axia, figura como parte do acordo ligado ao processo de privatização.

A Advocacia-Geral da União, chefiada por Jorge Messias, fechou acordo com a Eletrobras, hoje chamada Axia, sobre o processo de desestatização, incluindo um jabuti ligado à Eletronuclear. O STF retomou, nesta quinta-feira, o julgamento da homologação do acordo.

O ministro Flávio Dino classificou o acordo como constrangedor, apontando o jabuti de grande dimensão e a alegação de que os trabalhadores não foram ouvidos. As considerações foram feitas durante a retomada do debate no tribunal.

Dino enfatizou que o tema envolve imperativos constitucionais e não se trata apenas de uma opção política, segundo o entendimento do magistrado. O julgamento segue para análise de aspectos legais e constitucionais do acordo.

A discussão ocorre no contexto de críticas sobre a participação de trabalhadores no processo e de defesa de que o acordo atende a obrigações constitucionais da desestatização. A Corte busca, assim, esclarecer os termos e impactos da homologação.

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