- Ian Cooper, líder do conselho de Staffordshire, é acusado de postar mensagens racistas em redes sociais, incluindo comentários sobre Sadiq Khan e migrantes.
- A Reform UK abriu uma investigação urgente sobre a não divulgação das contas de redes sociais por Cooper.
- Nove deputados do Labour pediram a renúncia de Cooper; ele não comentou publicamente as alegações.
- As postagens, divulgadas pela Hope Not Hate e pelo Guardian, incluem ataques a Sangita Myska, Shola Mos-Shogbamimu e outras referências consideradas racistas.
- Outros dois políticos do Reform UK foram suspensos recentemente por mensagens ofensivas.
Ian Cooper, líder do conselho da Staffordshire pela Reform UK, está no centro de uma investigação interna urgente por não divulgar contas de redes sociais. A situação surgiu após revelações de posts com conteúdo considerado racista e antiimigrante.
Cooper, que já foi candidato em Tamworth, não comentou publicamente as acusações. A Reform UK confirmou a abertura da apuração interna e informou que apura a não divulgação de contas de redes sociais pelo líder local.
Investigação interna em andamento
Nove MPs do Labour, de diferentes distritos, pediram a renúncia de Cooper com base nos relatos. Os parlamentares ressaltam que as postagens violam padrões mínimos de conduta pública.
Segundo as denúncias, Cooper descreveu o prefeito de Londres, Sadiq Khan, de forma depreciativa e atacou migrantes, além de defender restrições a estrangeiros no Parlamento. Também teriam surgido ataques a figuras públicas britânicas ligadas a temas de justiça e diversidade.
A defesa de Cooper ou da bancada da Reform UK não foi apresentada de forma pública até o momento. O caso aumenta a pressão sobre o partido, que teve críticos por divulgação de contas de redes sociais de membros em outras ocasiões.
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