- O Conselho de Ética abriu dois processos disciplinares contra o deputado federal André Janones por ofensa e falso testemunho, com dez dias úteis para defesa e indicação de testemunhas.
- Uma denúncia o acusa de ter chamado Gustavo Gayer de “assassino”, “corrupto” e “drogado” em debates recentes.
- Em outra representação, Janones é acusado de falso testemunho em processo anterior envolvendo suspeitas de rachadinha no gabinete.
- Janones já cumpria suspensão de três meses por ter ofendido Nikolas Ferreira em plenário; o relator considerou a pena suficiente para o caso.
- Representações contra Lindbergh Farias e Guilherme Boulos também foram examinadas, mas arquivadas por falta de sustentação para continuidade.
O deputado federal André Janones (Avante-MG) teve nesta quarta-feira (3) novos processos disciplinares abertos pelo Conselho de Ética da Câmara. Os casos tratam de supostas ofensas a colegas e de falso testemunho em processos anteriores. Janones terá dez dias úteis para apresentar defesa e indicar testemunhas após formal notificação.
O colegiado avançou com denúncias apresentadas pelo PL, que atribui a Janones xingamentos ao deputado Gustavo Gayer (PL-GO), chamando-o de assassino, corrupto e drogado em debates recentes. Além disso, há a acusação de que o parlamentar teria mentido em um processo anterior relacionado a suspeitas de rachadinha em seu gabinete.
Em relação a decisões anteriores, Janones já havia sido alvo de uma suspensão de três meses por ter ofendido Nikolas Ferreira (PL-MG) durante sessão no plenário. O relator Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE) manteve a suspensão, mas sem nova penalidade, alegando que a sanção já havia sido suficiente.
Além do caso de Janones, o Conselho de Ética votou representações contra Lindbergh Farias (PT-RJ) e Guilherme Boulos (Psol-SP), que estavam licenciados para atuar na Secretaria-Geral da Presidência. Ambas as denúncias foram arquivadas por falta de sustentação para continuidade.
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