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Líder do governo diz que sabatina de Messias fica para 2026

Sabatina de Jorge Messias para o STF será em 2026 no Senado; prazo exíguo inviabiliza análise pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) este ano, com prioridade a Orçamento em dezembro

Randolfe afirma que “prazo exíguo” torna “inviável” a análise da indicação de Messias em 2025; Alcolumbre sinaliza no mesmo sentido. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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  • Jorge Messias foi indicado para vaga no Supremo Tribunal Federal pelo presidente Lula em 20 de novembro; decisão foi oficializada no Diário Oficial da União.
  • A sabatina, que seria realizada em 10 de dezembro, foi cancelada após atraso do Planalto; o favorito de Alcolumbre era o senador Rodrigo Pacheco.
  • O líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues, afirmou que a sabatina ocorrerá apenas em 2026, devido ao prazo exíguo; a CCJ não terá tempo neste ano.
  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sinalizou que apenas temas relacionados ao Orçamento serão votados em dezembro.
  • Randolfe afirmou que a omissão do Poder Executivo na formalização do rito é grave e sem precedentes.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, foi indicado pelo presidente Lula para ocupar vaga no Supremo Tribunal Federal (STF) em 20 de novembro. A sabatina, marcada para 10 de dezembro, foi cancelada após atraso do Planalto, gerando impasse entre Poder Executivo e Legislativo.

Randolfe Rodrigues, líder do governo no Congresso, afirmou que a sabatina ocorrerá apenas em 2026 no Senado, devido ao prazo exíguo e à falta de tempo na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) neste ano. A Secretaria do Senado confirmou a leitura de que a CCJ não terá tempo suficiente para analisar a indicação este ano.

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, sinalizou apoio à eventual retratação do rito para o próximo ano. Questionado sobre a agenda de dezembro, ele disse que apenas temas relacionados ao Orçamento devem ser votados. O episódio envolve tensões entre Executivo e Legislativo sobre o encaminhamento da nomeação.

Contexto recente aponta que a escolha de Messias ocorreu após Lula indicar o nome em 20 de novembro, com a confirmação publicada no Diário Oficial. O favorito inicialmente era o senador Rodrigo Pacheco, que não integrou a lista oficial. A crise política gerou críticas sobre a comunicação entre os Poderes.

A decisão de postergar a sabatina, segundo fontes, prioriza temas orçamentários em dezembro e evita comprometer a pauta do Senado. A situação mantém o STF em suspenso até que haja nova definição sobre a avaliação da indicação.

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