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Lula afirma que quem agride mulheres não precisa votar nele

Em Fortaleza, Lula condena violência contra mulheres e afirma que agressores não devem votar nele; cita Taynara Santos para defender medidas firmes

O presidente Lula. Foto: Kazuhiro NOGI / AFP
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  • O presidente Lula discursou em Fortaleza, no Centro de Eventos do Ceará, durante a entrega da Carteira Nacional Docente e ações do programa Mais Professores.
  • Ele afirmou que agressores de mulheres “não precisam votar nele” no ano que vem, diante de educadores.
  • A fala citou o caso de Taynara Souza Santos, de 31 anos, atropelada e arrastada por mais de um quilômetro na zona norte de São Paulo, com amputação de ambas as pernas; o crime é investigado como feminicídio por extrema crueldade.
  • O agressor, Douglas Alves da Silva, de 26 anos, foi preso após troca de tiros com a polícia.
  • Lula destacou que episódios graves demonstram a urgência de medidas mais firmes contra a violência de gênero.

Nesta quarta-feira, 3, em Fortaleza, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um discurso duro contra a violência de gênero. A fala ocorreu durante a cerimônia de entrega da Carteira NacionalDocente do Brasil e de ações do programa Mais Professores para o Brasil, no Centro de Eventos do Ceará. Ele afirmou que agressores de mulheres não devem ter suporte ou voto nas próximas eleições.

O chefe do Executivo citou casos recentes que ganharam repercussão, entre eles o de Taynara Souza Santos, 31 anos, vítima de atropelamento seguido de agressões na zona norte de São Paulo. Segundo as informações divulgadas, a mulher teve as duas pernas amputadas e o crime é tratado pela polícia como tentativa de feminicídio por extrema crueldade. O suspeito, Douglas Alves da Silva, 26, foi preso após confronto com a polícia.

Lula destacou a urgência de medidas mais firmes para enfrentar a violência contra mulheres, afirmando que não é aceitável conviver com esse tipo de crime. O presidente ressaltou a importância de ampliar ações de proteção e responsabilização, especialmente em casos de violência de gênero, para reduzir índices nesse segmento da sociedade.

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