Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Messias pede recuo de Gilmar em decisão de impeachment no STF

AGU pede a Gilmar Mendes suspensão da limitação à denúncia popular contra o STF até o julgamento final, defendendo independência e quórum de dois terços

O pedido de Messias a Gilmar para recuar em decisão sobre impeachment no STF
0:00
Carregando...
0:00
  • A Advocacia-Geral da União pediu a Gilmar Mendes que revogue a decisão de limitar a denúncia ao procurador-geral da República e suspenda os efeitos até o julgamento definitivo no STF, marcado para 12 de dezembro.
  • A manifestação ocorre no contexto de a indicação de Jorge Messias ao STF buscar apoio no Senado para sua aprovação.
  • Hoje, qualquer cidadão pode apresentar uma denúncia por crime de responsabilidade contra um magistrado do Supremo.
  • A AGU sustenta que a legitimidade popular para propor denúncias não atenta contra a independência do Judiciário, citando a soberania popular na Constituição.
  • O texto defende ainda que o quórum para abrir processo de impeachment seja de dois terços, alinhado à posição atual de Mendes; atualmente, a lei prevê maioria simples.

O advogado-geral da União, Jorge Messias, pediu ao ministro Gilmar Mendes que reveja a decisão que limitou a competência de denunciar ao Senado apenas ao procurador-geral da República. A medida ocorre enquanto há expectativa de votação sobre a indicação de Messias ao STF.

A AGU solicita a suspensão dos efeitos da decisão até o julgamento definitivo pelo plenário do STF, marcado para começar em 12 de dezembro. A denúncia popular contra magistrados permanece em discussão no Senado até lá.

A defesa sustenta que a denúncia popular não compromete a independência do Judiciário. Segundo Messias, a soberania popular está prevista na Constituição e autoriza participação da sociedade no controle do poder.

A manifestação também defende que o quórum mínimo para abertura de impeachment seja fixado em dois terços dos senadores, contrariando a regra atual de maioria simples. A AGU argumenta que tamanho quórum evita uso político do processo.

A decisão de Gilmar Mendes provocou repercussão no Senado, onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, sinalizou possíveis reações. A pauta envolve equilíbrio entre participação popular e salvaguarda das instituições. A sexta de votação segue em análise.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais