- O governo adiou as eleições para os novos mayoralties de quatro áreas da Inglaterra para 2028: Greater Essex, Norfolk e Suffolk, Hampshire e o Solent, e Sussex e Brighton.
- A justificativa é permitir que as reorganizações locais sejam concluídas e que as autoridades unitaristas estejam bem definidas antes dos prefeitos tomarem posse.
- Foi anunciado um fundo de £ 200 milhões para as regiões, com distribuição: Greater Essex £ 41,5 milhões; Hampshire e Solent £ 44,6 milhões; Norfolk e Suffolk £ 37,4 milhões; Sussex e Brighton £ 38 milhões.
- Críticas de oposição, incluindo o ex-ministro do Labour para governos locais, Jim McMahon, e o líder do Reform UK, Nigel Farage, acusam o governo de “cancelar a democracia”.
- Defensores afirmam que o atraso evita eleições apressadas e garante que a reorganização ocorra de forma adequada, com o anúncio de que as eleições inaugurais podem ocorrer em maio de 2028.
Governos britânicos vão adiar as eleições inaugurais para as novas mayoralties criadas em 2028, em quatro áreas da Inglaterra. A decisão envolve Greater Essex, Norfolk e Suffolk, Hampshire e o Solent, e Sussex e Brighton. A justificativa é permitir que as reorganizações administrativas sejam concluídas antes da escolha dos representantes locais.
Segundo o governo, as mudanças visam estruturar as autoridades unitárias de forma sólida, com autoridade estratégica a partir da posse dos novos prefeitos. A data prevista para as eleições é May 2028, após o término das etapas de reorganização. Entidades locais devem receber poderes ampliados conforme reformas de devolução anunciadas em fevereiro.
O governo confirmou um fundo de £200 milhões para as regiões envolvidas, distribuído entre as quatro áreas. Greater Essex receberá £41,5 milhões, Hampshire e o Solent £44,6 milhões, Norfolk e Suffolk £37,4 milhões e Sussex e Brighton £38 milhões. A medida busca apoiar a consolidação dos conselhos estratégicos.
Críticos destacam que o adiamento pode ser visto como atraso democrático. Partidos de oposição classificaram o movimento como uma suspensão de eleições, acusação rejeitada pelo governo. Especialistas estabelecem que o atraso permite que as unidades administrativas se organizem sem pressa.
A ministra de Governo Local, Miatta Fahnbulleh, justificou a decisão em plenário. Afirmou que o atraso evita eleições precipitadas e que permitirá que as autoridades se tornem unitárias e eficazes antes da posse do prefeito. Ela ressaltou que o objetivo é construir uma autoridade estratégica estável.
O ministro da área, Josh MacAlister, defendeu a medida ao esclarecer que as eleições serão realizadas apenas quando houver reorganização sufficient. Disse que não se trata de atrasar dinheiro, apenas de manter o fluxo de recursos para as comunidades. Ainda segundo ele, a prioridade é a conclusão das mudanças estruturais.
Críticos de outros quadrantes partidários reagiram. Líderes da oposição, como Kemi Badenoch, descreveram o episódio como escândalo e questionaram a prontidão do governo. O Reform UK afirmou que a decisão representa cancelamento de eleições para milhões de pessoas.
Oposição e imprensa apontam que áreas afetadas já tinham expectativa de seguir com as eleições. Membros históricos do governo local também manifestaram contrariedade, citando compromissos previamente assumidos com as comunidades. A legislação para as novas mayoralties permanece em debate.
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