- Senado acumula 81 pedidos de impeachment contra ministros do STF desde 2021, com Moraes no topo, 43 pedidos.
- Lei de 1950 permite qualquer cidadão pedir a saída de autoridades; quase todos os casos foram engavetados, e apenas um teve resposta do presidente do Senado entre 2021 e 2025 (Pacheco, 20/08/2021).
- Nesta quarta-feira (03), Gilmar Mendes limitou o direito ao STF/PGR.
- GloboNews aponta que ministros recentes, como Flávio Dino, já aparecem com números significativos de pedidos, no caso oito.
- Em 2021, Jair Bolsonaro pediu impeachment de Moraes; Rodrigo Pacheco negou prosseguimento por não ver justa causa.
O Senado Federal acumula 81 pedidos de impeachment contra ministros do STF desde 2021. A maior parte permanece engavetada, sem prosseguimento ou arquivamento definitivo. Entre os alvos, Alexandre de Moraes lidera com 43 solicitações, seguido por Luís Roberto Barroso (20) e Gilmar Mendes (10). A lei de 1950 permite que qualquer cidadão peça a saída de autoridades.
Segundo o levantamento, todos os pedidos ainda não tiveram andamento confirmado pelo presidente da Casa. Entre 2021 e 2025, apenas um pedido recebeu resposta do então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, em 20/08/2021. A evolução das solicitações permanece em aberto, sem decisão final.
Nesta quarta-feira (03), o ministro Gilmar Mendes limitou o direito de apresentar pedidos de impeachment apenas à Procuradoria-Geral da República (PGR). A mudança reduz a amplitude de atuação para a apresentação de pedidos, mantendo limitações previstas na legislação.
Contexto histórico e dados recentes indicam que ministros que ingressaram recentemente na Corte já aparecem com números consideráveis de solicitações. A GloboNews ressalta que Flávio Dino ocupa a quarta posição na lista, com 8 pedidos.
Conteúdo base: o que motivou o uso do mecanismo, como ele funciona na prática, e o histórico de engavetamento de propostas. Em 2021, Bolsonaro pediu o impeachment de Moraes, mas o então presidente da Câmara de Inframentos (Pacheco) negou prosseguimento por ausência de justa causa. A PGR, em outras situações, vinculou as ações a possíveis tentativas de golpe.
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