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TCU arquiva investigação sobre advogados italianos contratados pelo governo Lula

TCU arquiva investigação sobre contratação de advogados italianos pela AGU no caso de extradição de Carla Zambelli, citando urgência e ausência de irregularidades

Carla Zambelli está presa há 3 meses na Itália, e pode ser extraditada ao Brasil. (Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados)
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  • O Tribunal de Contas da União arquivou, nesta quarta-feira, 3 de setembro, pedido de investigação sobre a contratação de advogados italianos pela Advocacia-Geral da União no processo de extradição de Carla Zambelli.
  • Os deputados Gustavo Gayer e Coronel Meira haviam provocado o TCU, apontando possível negócio por cerca de R$ 200 mil.
  • O TCU afirmou que houve urgência na operação e ausência de irregularidades, o que dispensa trâmites normais e permite acompanhamento relevante do caso.
  • Carla Zambelli foi condenada a dez anos de prisão em regime fechado por participação em suposto esquema envolvendo documentos falsos na base do CNJ.
  • O Supremo Tribunal Federal determinou a perda de mandato, cabendo à Câmara a verificação do cumprimento.

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou um pedido de investigação sobre a contratação de advogados italianos pela Advocacia-Geral da União (AGU) para acompanhar o processo de extradição da deputada Carla Zambelli (PL-SP). O requerimento foi apresentado por deputados Gustavo Gayer (PL-GO) e Coronel Meira (PL-PE) e citava uma operação avaliada em cerca de R$ 200 mil pela imprensa.

Segundo o TCU, as informações da AGU — que justificaram a contratação pela urgência do caso — não configuraram irregularidades e, ainda assim, teriam relevância para o acompanhamento da extradição. Com isso, o tribunal informou ter dado funcionamento célere ao procedimento, sem apontar falhas no processo.

Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão em regime fechado por supostamente integrar esquema para inserir documentos falsos na base do CNJ, em parceria com o hacker Walter Delgatti Neto. O STF determinou perda de mandato, mas cabe à Câmara verificar o cumprimento da medida.

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