- O secretário de Saúde, Wes Streeting, ordenou uma revisão clínica dos diagnósticos de saúde mental, autismo e ADHD, segundo a imprensa.
- A revisão será liderada pelo professor Peter Fonagy, com Sir Simon Wessely como vice-presidente, para avaliar se sentimentos normais foram excessivamente patologizados.
- O objetivo é garantir diagnóstico preciso, apoio rápido e acesso oportuno aos serviços relevantes.
- O tema surge em meio a 4,4 milhões de trabalhadores em idade ativa recebendo benefício por doença/incapacidade, aumento de 1,2 milhão desde 2019.
- A avaliação deve começar na quinta-feira, em meio a discussões sobre reformas no bem-estar público.
O secretário de Saúde britânico ordenou uma revisão clínica sobre o diagnóstico de transtornos mentais, autismo e TDAH. O objetivo é avaliar se sentimentos normais foram excessivamente patologizados e assegurar diagnóstico adequado e apoio ágil.
Segundo o jornal Times, a investigação é liderada por Peter Fonagy, psicólogo clínico da UCL, com Sir Simon Wessely como vice-presidente. A equipe deve analisar evidências, relatos de pacientes e a prática clínica na área.
O foco surge numa polêmica de alta demanda por benefícios por doença entre trabalhadores, que somam 4,4 milhões, alta de 1,2 milhão desde 2019. Também há preocupações sobre adolescentes e jovens adultos de 16 a 34 anos afastados por doença mental.
O governo busca entender a relação entre diagnosticações e despesas do welfare, em meio a tentativas de reforma de benefícios incapacitantes. Keir Starmer sinalizou nova ofensiva em welfare, destacando a necessidade de transformar o sistema de assistência.
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