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Almirante nega no Congresso que Hegseth ordenou atirar em sobreviventes

Bradley depõe em sessão secreta; relatos contraditórios sobre ordens para matar sobreviventes e novo ataque no Pacífico aumentam a controvérsia sobre a operação Lança do Sul

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  • O almirante Frank Bradley testemunhou ao Congresso em sigilo, negando ter recebido ordens para “matá-los a todos” após o primeiro ataque a uma suposta narcolancha no Caribe em setembro.
  • Surgem relatos de um segundo ataque e de vídeos descritos como perturbadores, além de críticas sobre a legalidade da operação “Lanza del Sur” e novas acusações de violações de protocolo por Pete Hegseth.
  • As posições no Congresso divergem: democratas dizem estar horrorizados; republicanos defendem a ação como legal e eficaz, com o ataque descrito como profissional, enquanto alguns congressistas apontam problemas no material apresentado.
  • Um novo ataque, no Pacífico, foi divulgado, alegando ter dizimado quatro narcoterroristas a bordo, segundo comunicado do Comando Sur.
  • Há também uma apuração sobre supostas violações de protocolo por Hegseth relacionadas ao uso de redes sociais para compartilhar informações de operações, parte do escândalo Signalgate, que levou à abertura de investigação pelo inspector geral do Pentágono.

Nesta semana, o almirante Frank Bradley prestou depoimento a portas fechadas, negando ter recebido ordens explícitas para matar os sobreviventes de um ataque a uma suposta narcolancha no Caribe. O caso envolve alegações de crime de guerra nas ações do Pentágono.

Relatos de testemunhos indicam um possível segundo ataque à embarcação, além de vídeos perturbadores exibidos durante a sessão. Também surgem críticas à legalidade da operação denominada Lanza del Sur e novas acusações de violações de protocolo por Pete Hegseth.

Segundo informações, Washington sustenta que a operação busca combater o tráfico de drogas, enquanto adversários interna e externamente questionam a legalidade e o objetivo estratégico da missão. A controvérsia se estende ao Pacífico, onde um novo ataque foi divulgado.

O conjunto de evidências inclui desdobramentos políticos, com parlamentares cobrando esclarecimentos. Parlamentares democratas classificam os relatos como preocupantes, enquanto alguns republicanos defendem a atuação das forças envolvidas como profissional e legal.

Segundo a imprensa, o primeiro ataque destruiu a lancha e resultou na morte de parte da tripulação. Alegações de ordem verbal para eliminar sobreviventes circularam após reportagens anteriores, o que motivou a convocação da sessão do Congresso.

As investigações sobre Hegseth tratam de vazamentos de informações confidenciais em redes sociais, em meio a acusações de risco para operações militares. O relatório oficial não aponta responsabilização direta pela divulgação de materiais classificados.

A narrativa pública do caso envolve a atuação do Comando Sur, o apelo político entre apoiadores e opositores, e a acareação de versões sobre como as decisões teriam sido tomadas durante a operação no Caribe. A questão legal permanece em avaliação pelas autoridades competentes.

Novos ataques e comunicações oficiais, divulgados por autoridades militares, indicam ações contínuas no Atlântico e no Pacífico. As informações oficiais destacam que vitimaram-se indivíduos vinculados ao tráfico, conforme as informações disponíveis até o momento.

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