- Em março, a Carolina do Norte terá Senado aberto após a saída de Thom Tillis; no Texas, Paxton disputa a indicação contra Cornyn, com runoff marcado para 26 de maio.
- Em março, Illinois abre vaga no Senado com a saída de Richard Durbin; em Ohio, a defesa da cadeira no Senado é disputada e há corrida concorrida ao governo em novembro.
- Em maio, Louisiana tem uma eleição de Senado competitiva com Cassidy enfrentando Julia Letlow; Alabama, Geórgia, Kentucky e Pensilvânia também concentram aberturas significativas em governador ou Senado.
- Em junho, Califórnia vê governador aberto; Iowa abre Senado pela primeira vez desde a saída de Joni Ernst; Montana também tem Senado aberto e Novo México trabalha para abrir o governo.
- Em junho e agosto, Maine, Nevada, Carolina do Sul, Alasca, Florida, Wyoming e Minnesota apresentam aberturas de governador ou Senado, incluindo candidaturas competitivas e mudanças estratégicas nos palanques de ambos os partidos.
A temporada de primárias de 2026 começa a ganhar forma com um calendário que reúne datas, estados e disputas que prometem acirrar a corrida eleitoral ao longo do ano. O conteúdo nacional destaca quando e onde os processos ocorrem, além de quais vagas estão em jogo e os reminders sobre aberturas de chapa.
Em North Carolina, a eleição para o Senado fica aberta após a decisão do senador Thom Tillis, em 2026, de não buscar a reeleição. O quadro muda a depender do resultado das votações do distrito, com efeitos diretos na composição da chapa estadual. Já no Texas, a disputa no Senado envolve o procurador-geral Ken Paxton e o senador John Cornyn, num cenário que avançou para um segundo turno após a primária não alcançar maioria. A possível influência de apoios ainda não foi definida.
A terceira fronteira de atenção ocorre em Illinois, onde o Senado promete uma mutação com a saída de Richard Durbin. Juliana Stratton, atual vice-governadora, liderou a chapa democrata na corrida primária, superando Raja Krishnamoorthi. Em Ohio, o senador Jon Husted enfrenta pela primeira vez a defesa de seu assento, num estado que também terá governador aberto no meio do processo.
Entre maio e junho, o mapa se expande com várias aberturas em duas frentes. Louisiana tem uma primária destacada envolvendo o senador Bill Cassidy e a candidata Julia Letlow, com reforço de apoio de Donald Trump. Alabama, Georgia, Kentucky e Pennsylvania entram em disputa com governadores abertos ou vagas no Senado, elevando o nível de competição no interior do partido.
No início de junho, a Califórnia assinala um governo aberto pela primeira vez desde que o atual titular não pode concorrer. Iowa abre vaga no Senado com Joni Ernst deixando o cargo. Montana confirma a saída de Steve Daines, pouco antes do prazo de registro para as eleições de novembro, enquanto New Mexico inaugura uma disputa aberta para suceder a governadora Michelle Lujan Grisham.
Subitamente, em meio ao mês, Maine, Nevada e South Carolina aparecem com aberturas relevantes. Em Maine, a corrida pelo Senado ganha contornos com a possibilidade de troca entre os irmãos de milhar de votos, enquanto Nevada mira a disputa pela governança contra um incumbente moderado. Em South Carolina, o pleito para governador aberto tende a ditar o ritmo do estados vizinhos.
Atualizações por estado e tema
- California e Iowa: governação aberta e abertura de assentos no Senado, com rebatidas políticas locais impactando o alinhamento das primárias.
- Montana, Alaska, Florida e Wyoming: aberturas de governador e de Senado, com candidaturas que já aparecem entre nomes tradicionais e novidades.
- New York, Colorado, Oklahoma e Minnesota: combates de alto nível entre titulares e challengers, com foco na defesa de assentos-chave no Senado.
A agenda completa de 2026 traça uma paisagem eleitoral extensa, com várias aberturas em estados de diferentes perfis. As datas-chave variam, com ações que vão desde março até setembro, articulando o quadro de candidaturas de cada partido.
Fontes consultadas acompanham as escalas de partidos, as alianças regionais e as candidaturas declaradas, mantendo o tom neutro e factual. A cobertura continua orientada para informar quem está concorrendo, onde e quando, sem promover interpretações ou opiniões.
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