- A CPMI do INSS rejeitou, nesta quinta-feira, o requerimento para ouvir Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com placar de dezenove votos contrários e doze favoráveis, apoiado pelo Novo.
- A solicitação afirmava vínculos entre operadores de fraudes e o filho de Lula, citando movimentações financeiras relacionadas a Ricardo Bimbo e pagamentos que teriam ligação com o contador de Lulinha.
- O pedido foi assinado pelos parlamentares Marcel van Hattem, Eduardo Girão, Adriana Ventura e Luiz Lima.
- A votação manteve o padrão da base governista de derrubar convocações de pessoas ligadas ao presidente, repetindo o que ocorreu anteriormente com outras tentativas.
- No histórico recente, a base já havia derrubado a oitiva de Frei Chico, contornou pedidos de sigilo de Carlos Lupi e adiou a convocação de Jorge Messias.
A CPMI do INSS rejeitou, nesta quinta-feira (4), o requerimento para ouvir Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A decisão foi de 19 votos contrários e 12 favoráveis, com apoio do Novo. A solicitação partiu do partido, que alegava vínculos entre operadores de fraudes e o filho de Lula.
O pedido argumentava que movimentos financeiros analisados pela comissão indicariam possível relação entre irregularidades e Lulinha. O texto citava o caso de Ricardo Bimbo, que teria recebido mais de 8,4 milhões de reais de uma empresa investigada e quitado um boleto do contador de Lulinha.
Detalhes e histórico da votação
O requerimento foi assinado por Marcel van Hattem, Eduardo Girão, Adriana Ventura e Luiz Lima. A base governista já havia derrubado outras convocações de figuras associadas ao presidente Lula, como Frei Chico, e conseguiu retirar da pauta quebras de sigilo de Carlos Lupi, além de adiar a tentativa de ouvir Jorge Messias.
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