- A congressista de Minnesota, Ilhan Omar, respondeu às afirmações de Donald Trump que chamaram somalis de “estilhaços” e criticaram imigrantes em geral, destacando ataques desumanizantes contra comunidades imigrantes.
- Omar afirmou que Trump já prometeu interromper a imigração muçulmana e fez acusações contra migrantes haitianos e países africanos, reforçando riscos para pessoas que compartilham essas identidades.
- A congressista ressaltou a acolhida de refugiados por Minnesota e disse que o estado não se intimidará diante das provocações, mantendo o compromisso com a diversidade.
- Ela lembrou que Trump, desde a campanha presidencial, fez diversas declarações que desumanizam imigrantes e que tais ataques não são novidade.
- Omar mencionou que, desde 2019, tem sido alvo constante de críticas, incluindo a retirada temporária de assento no Comitê de Assuntos Exterior em 2023 por críticas a Israel, e destacou a resiliência da comunidade somali e de migrantes.
Ilhan Omar, deputada de Minnesota e uma das primeiras duas muçulmanas no Congresso, respondeu à defesa de Donald Trump sobre tratar somalis como “lixo” e denunciou ataques desumanizantes contra imigrantes. A fala ocorreu após ataques do presidente contra grupos migrantes.
A congressista destacou que Trump já prometeu interromper a imigração muçulmana e fez acusações contra migrantes haitianos e países africanos. Ela disse que tais ataques têm consequências para pessoas que compartilham identidades semelhantes às suas.
Omar afirmou que o interesse de Minnesota é acolher refugiados e não se deixar intimidar. Segundo ela, o país foi construído com a participação de imigrantes e continua a se apoiar em suas contribuições.
Resposta de Omar
O texto da congressista ressalta que, desde 2019, ela enfrenta críticas e ataques vindos de setores republicanos. Ela afirma manter o foco em proteger a comunidade e defender direitos civis, sem ceder a retórica de ódio.
Omar reforçou que a defesa de Trump não muda a percepção pública sobre a resiliência da comunidade somali nos EUA. Ela encerrou dizendo que Minnesotanos continuam mantendo portas abertas a refugiados e viajando com orgulho.
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