- O governo do Reino Unido comprometeu-se a eliminar o limite de dois filhos no universal credit, com custo de £ 3 bilhões, prevendo tirar 450 mil crianças da pobreza até 2031.
- O secretário de Trabalho e Pensões, Pat McFadden, disse que reformas não serão abandonadas e que o sistema de bem‑estar precisa estimular mais pessoas a trabalhar.
- O pacote inclui medidas como fórmulas infantis mais baratas, redução de moradias temporárias mais rápido, clubes de alimentação matinal e almoços escolares gratuitos estendidos.
- A estratégia de pobreza infantil foi publicada na sexta-feira, com duas revisões em curso: Timms, sobre benefícios de incapacidade, e Alan Milburn, sobre a inatividade entre jovens.
- A tesoureira, Rachel Reeves, afirmou que o orçamento de benefícios não ficará intocado e que há espaço para mais reformas visando ampliar oportunidades de trabalho e renda.
Pat McFadden, secretário do Trabalho e Pensões, afirmou que o governo não está abandonando as mudanças no sistema de benefícios. A nova estratégia de pobreza infantil foi publicada na sexta-feira.
O pacote inclui a decisão de eliminar o teto de dois filhos no universal credit, com custo estimado de £3 bilhões. A medida deve tirar 450 mil crianças da pobreza até 2031, segundo o governo.
A estratégia também prevê ajudar famílias a escolher fórmulas infantis mais baratas, reduzir moradias temporárias, criar clubes de café da manhã e estender almoços escolares gratuitos.
O governo sinaliza reformas adicionais do welfare para estimular o trabalho. McFadden disse que manter o foco apenas na distribuição de dinheiro não basta; é preciso promover a entrada de pessoas no mercado de trabalho.
A oposição, representada pelo Labour, comemorou a retirada do teto em julho, mas o ministro afirmou que novas mudanças virão. Ele esteve em uma van de uma instituição de caridade em Londres, destacando ações de apoio a famílias.
Duas revisões estão em andamento: Timms, sobre benefícios de invalidez, e Milburn, sobre a inatividade entre jovens. Reeves, a chanceler, também indicou que o projeto de custos não ficará inalterado.
Questionado sobre cortes adicionais, McFadden disse não confirmar medidas ainda, mas afirmou que o objetivo é reduzir a inatividade entre jovens e ampliar oportunidades de emprego. A renda futura e a arrecadação são parte da análise.
O ministro reforçou que não se deve tratar a reforma como ruptura entre trabalhadores e beneficiários. A avaliação é que mudanças podem trazer ganhos para famílias, empregos e finanças públicas.
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