- Kil, docente titular da San José State University, foi demitida no mês passado por ativismo pró-Palestina, sendo o primeiro caso de professor com tenure dispensado por protests em universidade pública nos EUA.
- A universidade sustenta violação de políticas institucionais durante protesto de fevereiro de 2024, incluindo interrupção das atividades acadêmicas e encorajamento a acampamento estudantil.
- Kil afirma ter atuado em capacidade pessoal e que o outro docente envolvido foi suspenso, depois reintegrado; o acampamento estudantil durou dez dias.
- O sindicato California Faculty Association representa Kil e busca a reintegração via arbitragem; a professora planeja processar se a arbitragem falhar.
- A demissão, mantida pela presidência da universidade após revisão de comitê docente, gerou debate sobre liberdade acadêmica e expressão extramuros, com críticas de entidades acadêmicas.
A professora Kil, titular da San José State University, foi demitida no mês passado por ativismo pró-Palestina, sendo o primeiro caso de docente com tenure dispensado por protests em uma universidade pública dos EUA. A demissão ocorre em meio a investigação de fevereiro de 2024 sobre supostas violações de políticas institucionais.
A universidade afirma que Kil violou regras de tempo, modo e local de protesto e que encorajou ações estudantis que atrapalharam atividades acadêmicas. Kil contesta, dizendo ter atuado em capacity pessoal e ressaltando que a outra docente envolvida teria agredido um estudante.
A ação de Kil envolve o processo de arbitragem após a demissão. O sindicato que a representa, a California Faculty Association, afirmou que há preocupação com a liberdade acadêmica e com a expressão fora da sala de aula. A instituição não comentou sobre questões de pessoal.
Kil permanece determinada a buscar reintegração via arbitragem e pretende processar caso o acordo não seja alcançado. O caso intensifica o debate sobre liberdade acadêmica e expressão pública em tempos de pressão política sobre as universidades.
Entidades acadêmicas, como a AAUP e associações regionais, criticaram a decisão da presidência da universidade. A direção de San José State defende que as decisões visam preservar a segurança e o funcionamento institucional.
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