- O PT lançará nesta sexta-feira, 5, um manifesto para orientar a militância nas eleições de 2026, com foco em ofensiva democrática e mobilização da base para a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva.
- O ato de lançamento ocorrerá na sede nacional do partido, em Brasília, e contará com subgrupos liderados por Dirceu, Pomar, Silveira e Anne Moura, além da coordenação geral de Jilmar Tatto.
- Entre as propostas do manifesto estão a redução da jornada de trabalho, isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil e debates sobre segurança pública, sob a defesa de fortalecer o papel do Estado.
- O documento afirma a necessidade de uma nova ordem política, econômica e social, mantendo o PT como protagonista e reafirmando o papel histórico da esquerda na América Latina.
- O PT sustenta que a extrema direita continua ativa e que é hora de unir a base para consolidar Lula no quarto mandato, com foco também na proteção da Amazônia e na reindustrialização do país.
O PT lançará nesta sexta-feira um manifesto para orientar a militância nas eleições de 2026. O objetivo é uma ofensiva democrática em defesa da reeleição de Lula, mobilizar a base contra o que chama de extrema direita e fortalecer o partido para o futuro. O ato ocorrerá na sede nacional, em Brasília.
O texto reúne propostas para uma nova ordem política, econômica e social, com o Estado atuando para atender aos interesses da população. A coordenação geral do processo fica sob o comando do deputado Jilmar Tatto, conforme o documento final.
Dirigentes identificados como responsáveis pelos subgrupos aparecem como José Dirceu, Valter Pomar, Cristiano Silveira e Anne Moura. A organização conta ainda com a participação de uma frente de apoiadores para estruturar o congresso do partido.
Detalhes do manifesto
O documento aponta medidas como redução da jornada de trabalho e isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, a partir de 2026. O texto também abre espaço para debates sobre segurança pública.
Estrutura e objetivos
Entre as metas, o PT reforça a defesa da soberania nacional ligada ao protagonismo climático, treina a juventude e defende a proteção da Amazônia sem abandonar a reindustrialização. A coordenação é descrita como central para avançar o programa de 2026.
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