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Senador investiga ex-secretário da Previdência por favorecimento em licitação

Senador solicita investigação à PGR e à Comissão de Ética sobre reunião de 22/06/2023 entre Wolney Queiroz e João Luiz Dias Perez, com indícios de vantagem na licitação da central 135 do INSS

Wolney Queiroz, ex-presidente do INSS (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
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  • O senador Rogério Marinho pediu à PGR e à Comissão de Ética investigação contra Wolney Queiroz e João Luiz Dias Perez por possível vantagem indevida em licitação envolvendo a Provider.
  • A denúncia cita reunião ocorrida em 22 de junho de 2023 entre os dois empresários, durante processo licitatório em que a Provider saiu vencedora.
  • O contrato atual da Provider com o governo federal é de R$ 117,7 milhões para operar a central 135 do INSS até 2027; a empresa já presta o serviço desde 2017.
  • Marinho aponta violação de sigilo em licitação e sugere quebra de sigilo de comunicações entre o ex-secretário e o empresário.
  • Segundo o Portal da Transparência, a Provider já recebeu ao todo R$ 647 milhões em contratos com o governo federal; o maior deles foi de R$ 194 milhões entre 2012 e 2017.

O senador Rogério Marinho (PL-RN) pediu à Procuradoria-Geral da República e à Comissão de Ética da Presidência que apurem Wolney Queiroz e João Luiz Dias Perez. A denúncia aponta possíveis irregularidades em licitação envolvendo a Provider.

A Provider opera a central 135 do INSS desde 2017, com contratos federais que somam centenas de milhões. O acordo atual tem valor de R$ 117,7 milhões e vai até 2027.

Marinho sustenta haver indícios de vantagem indevida na licitação. Ele cita reunião ocorrida em 22 de junho de 2023 entre Wolney Queiroz e Perez para tratar de serviços já prestados.

Segundo a denúncia, houve violação de sigilo em licitação e possível quebra de sigilo de comunicações entre o ex-secretário e o empresário. O caso envolve também informações de como a Provider foi vencedora do certame.

De acordo com o Portal da Transparência, a Provider já recebeu ao todo R$ 647 milhões em contratos com o governo federal. O maior contrato, de R$ 194 milhões, abrangeu 2012 a 2017, sob governos diferentes.

A Gazeta do Povo confirmou que pediu posicionamento de Wolney Queiroz e da Provider, com espaço aberto para manifestação. O Ministério da Previdência informou à imprensa que a reunião tratou de serviços já prestados.

A reportagem mantém o foco em fatos e dados públicos, sem avançar avaliações de mérito ou opinião sobre o caso. As informações disponíveis indicam investigação em curso e registro de documentos.

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