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Bolsonaro impulsiona Flávio para 2026 e divide a direita

Indicação de Flávio Bolsonaro à presidência de 2026 divide a direita, provoca reação do mercado e intensifica articulação entre Congresso e STF sobre impeachment

Julgamento virtual, sem debates presenciais, favorece manutenção da decisão de Gilmar Mendes (Foto: Antonio Augusto/STF)
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  • Jair Bolsonaro indicou Flávio Bolsonaro como candidato à presidência em 2026, gerando divisão na direita e reação negativa do mercado, com alta do dólar.
  • Congresso e Supremo Tribunal Federal articulam mudanças nas regras de impeachment e limitam decisões monocráticas, ampliando a tensão entre poderes.
  • Governo Lula prepara a ofensiva democrática para a reeleição e busca regulamentar o trabalho por aplicativo antes da eleição.
  • Moraes marcou julgamento dos réus do caso Marielle Franco para fevereiro de 2026 e autorizou que Filipe Martins acompanhe presencialmente; Michelle e Flávio visitaram Jair Bolsonaro.
  • PT lança ofensiva democrática para a reeleição de Lula; oposição comenta cenários com Ciro Nogueira e Boulos; há expectativas sobre mudanças econômicas e de segurança internacionais envolvendo Lula.

O anúncio de Flávio Bolsonaro como candidato à presidência em 2026, feito por Jair Bolsonaro, provocou divisão na direita e gerou reação negativa no mercado. A decisão ocorre em meio a tensões entre os poderes, com articulações no Congresso e no STF sobre regras de impeachment.

Como reflexo imediato, o mercado reagiu com valorização do dólar e cautela entre investidores. Enquanto Michelle Bolsonaro apoiou a pré-candidatura, o Centrão mostrou resistência, e governadores divergiram, mantendo candidaturas próprias. A oposição aponta cenários diferentes para o alinhamento da direita.

Paralelamente, o entorno institucional também reage. Um relator na Câmara propôs endurecer as regras de abertura de impeachment, atendendo a pedidos do ministro Gilmar Mendes. O STF sinaliza atuação para dificultar impeachment de ministros.

Mudanças no STF e no Congresso

A Câmara enviou ao Senado um projeto que restringe decisões monocráticas no STF, aumentando a necessidade de decisões colegiadas. Líderes do centrão criticaram a medida, enquanto Ciro Nogueira classificou o movimento como excesso.

Moraes marcou a data do julgamento dos réus do caso Marielle Franco, com Dino definindo o calendário para fevereiro de 2026. O ministro autorizou a presença de Filipe Martins no acompanhamento presencial, e permitiu visitas de Michelle e Flávio Bolsonaro ao ex-presidente.

Agenda do governo e cenário externo

O PT lançou uma ofensiva democrática voltada à reeleição de Lula, estruturando sua máquina partidária para o pleito de 2026. No campo econômico, o governo busca regulamentar o trabalho por aplicativo antes da eleição, visando ampliar formalidade e arrecadação.

No âmbito internacional, Lula ajusta o discurso de segurança pública, refletindo sugestões de cooperação com os EUA. O ministro Haddad afirmou que o governo espera propostas de parceria para combater o crime organizado.

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