- Brasília sediou a 132ª reunião da CNAIDS durante o Dezembro Vermelho, com debates sobre políticas públicas e a resposta às epidemias de HIV/aids, tuberculose, hepatites virais e ISTs.
- O encontro abordou uso de recursos, controle social e a agenda para 2025/2026, com participação de organizações internacionais e da sociedade civil.
- A CNAIDS foi criada em 1986, interrompida em 2019 e reativada em abril de 2024, após alinhamento com o Programa Brasil Saudável.
- A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, destacou o aumento do risco global, mas afirmou que o Brasil pode contribuir com políticas públicas eficazes e com movimentos sociais influenciando decisões.
- Estiveram presentes entidades como OPAS/OMS, UNAIDS, AHF, Abrasco, Rede Brasil de Pesquisa, MBHV, Rede Trans Brasil e outras; Draurio Barreira apresentou a agenda de 2025 e perspectivas para 2026.
Brasília sediou a 132ª reunião da Comissão Nacional de HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs, integrada ao Dezembro Vermelho. O encontro promovido pelo Ministério da Saúde discutiu conjuntura, uso de recursos, controle social e a agenda para 2025/2026, com participação de organizações internacionais e sociedade civil.
A reunião envolveu representantes de entidades como OPAS/OMS, UNAIDS, AHF, Abrasco e Rede Brasil de Pessoas Idosas Vivendo com AIDS. Debates abordaram avanços, desafios e perspectivas para o enfrentamento das epidemias no país.
O encontro ocorreu em Brasília durante o Dezembro Vermelho, com foco na resposta a HIV/Aids, tuberculose, hepatites virais e ISTs. Foram apresentados balanços da gestão de 2025 e projeções para 2026, além de ações para uso mais eficaz dos recursos.
Contexto institucional
A CNAIDS foi criada em 1986 com função consultiva no Ministério da Saúde para temas ligados às doenças citadas. A comissão reúne representantes da sociedade civil, comunidade científica e governo, e assessora na formulação de políticas públicas.
Em 2019 as atividades foram interrompidas, enfraquecendo a política brasileira de combate às epidemias. A reativação ocorreu em abril de 2024, após alinhamento com o programa Brasil Saudável, que busca unir gestão pública e sociedade civil para enfrentar vulnerabilidades sociais.
Draurio Barreira, diretor do Departamento de HIV, Aids, Tuberculose, Hepatites Virais e ISTs, destacou a participação de diferentes estados e apresentou a agenda de 2025, com perspectivas para 2026. Ele enfatizou a importância da participação social nas decisões da CNAIDS.
Mariângela Simão, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, ressaltou que o risco global de doenças relacionadas permanece elevado, mas destacou que o Brasil já possui políticas públicas eficazes. Ela citou o papel do movimento social na formulação de políticas.
Participação e perspectivas
Ao longo do encontro, houve espaço para sugestões sobre como tornar a CNAIDS mais efetiva e ampliar a participação social. Diversas instituições apresentaram suas perspectivas, contribuindo para o debate sobre monitoramento e implementação de ações.
Entre os temas discutidos estiveram controle social, uso de incentivos nos territórios e avaliação da gestão. Os debates também abordaram microbactérias não tuberculosas, micoses endêmicas e medidas para hepatites virais e ISTs, buscando resultados práticos no sistema público.
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