- Nesta sexta-feira, 5, foi anunciada a escolha de Flávio Bolsonaro pelo pai para disputar as eleições de 2026.
- Figuras que apoiaram Jair Bolsonaro criticaram a pré-candidatura, apontando inviabilidade eleitoral e riscos para a direita; entre eles, Janaina Paschoal, Joice Hasselmann, Otoni de Paula e Alexandre Frota.
- Janaina Paschoal publicou no X que, se Bolsonaro insistir em lançar Flávio, a direita pode “aniquilar” novamente, pedindo que líderes partidários reflitam.
- Joice Hasselmann ironizou a candidatura em vídeo, dizendo que Flávio não será eleito e critica o histórico dele.
- Silas Malafaia não apoiou nem atacou publicamente, mas indicou entender o movimento como erro, mantendo tom indireto.
Na sexta-feira (5), Flávio Bolsonaro foi anunciado como a opção de seu pai para disputar a presidência em 2026, em meio a críticas sobre a viabilidade eleitoral. O anúncio ocorreu após questionamentos de aliados sobre riscos para a direita.
Entre os críticos que já haviam se manifestado contra a pré-candidatura estavam Janaina Paschoal, Joice Hasselmann, Otoni de Paula e Alexandre Frota, além de preocupações sobre a estratégia eleitoral. Silas Malafaia apontou reservas sem apoiar nem atacar explicitamente.
Críticas indicam que o movimento pode ampliar tensões dentro da direita e apresentar dificuldades de captação de votos. Paschoal reagiu no X, ao alertar para impactos negativos da candidatura de Flávio. Hasselmann fez comentário duro sobre o cenário político.
Otoni de Paula, em discurso recente, criticou a relação com o ex-presidente e questionou a eficácia de Flávio como solução nacional. Em vídeo, o deputado destacou problemas de credibilidade e cobrou foco no país, não na família Bolsonaro.
Alexandre Frota também manifestou reservas, insinuando baixo desempenho eleitoral de Flávio em tom contundente em redes sociais. Silas Malafaia, por sua vez, adotou posição indireta, dizendo não apoiar nem atacar, mas classificando o movimento como erro para a direita.
Os relatos ressaltam a dimensão do anúncio e suas implicações políticas, com olhos voltados para impactos eleitorais em 2026. A fala pública de cada apoiador seguiu um padrão de crítica ou hesitação, sem confirmação de adesão ao nome escolhido.
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