- O Tribunal Superior Eleitoral investiga o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o deputado estadual Rodrigo Bacellar por uma suposta folha de pagamento secreta com mais de dezoito mil contratados sem concurso, usados como cabos eleitorais disfarçados de servidores temporários.
- O julgamento foi iniciado há cerca de um mês e a ministra-relatora Isabel Gallotti votou pela cassação dos mandatos, ineligibilidade dos investigados e a convocação de novas eleições, além de aplicação de multa.
- O ministro Antonio Carlos Ferreira pediu vista e ampliou o prazo em trinta dias; ainda devem votar Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha, Nunes Marques, André Mendonça e Cármen Lúcia, mantendo a paralisação.
- A sessão permanece paralisada pela nova vista, atrasando a continuidade do julgamento.
- A Polícia Federal investiga Bacellar por suposto vazamento de informações sobre a operação que prendeu o ex-deputado TH Joias, ligado ao Comando Vermelho.
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu manter a paralisação do julgamento que investiga Cláudio Castro (PL-RJ) e Rodrigo Bacellar (União-RJ) por suposta folha de pagamento secreta. Mais de 18 mil contratados sem concurso teriam atuado como cabos eleitorais disfarçados de servidores temporários em projetos sociais do governo.
O ministro Antonio Carlos Ferreira solicitou vista do processo, ampliando o prazo em 30 dias. Ainda devem votar os ministros Floriano de Azevedo Marques, Estela Aranha, Nunes Marques, André Mendonça e Cármen Lúcia. O placar final depende dos votos desses integrantes.
Segundo a acusação do Ministério Público Eleitoral, a folha citada seria usada para favorecer candidaturas de parte dos investigados. O caso tramita no TSE desde o início do mês, com a decisão pendente de cassação de mandatos e de inelegibilidade, além de possível aplicação de multa.
A ação ocorre em meio a investigações da Polícia Federal sobre vazamento de informações ligadas a uma operação que prendeu o ex-deputado TH Joias, associado ao Comando Vermelho. Não há confirmação de relação direta entre o caso eleitoral e a operação policial.
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