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Farage deve pedir desculpas após acusações de racismo, diz ex-chefe de órgão

Com 28 contemporâneos, Farage é alvo de acusações de comportamento racista e antissemitista na escola; Falkner cobra desculpas sem reservas

Nigel Farage has insisted that while he might have said offensive things it was never with malice
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  • 28 contemporâneos de Nigel Farage no Dulwich College afirmam ter presenciado ou participado de comportamentos racistas ou antissemita quando ele era adolescente, enquanto Farage nega qualquer intenção maliciosa.
  • Kishwer Falkner, ex-presidente da Comissão de Igualdade e Direitos Humanos, disse que Farage deveria pedir desculpas sem reservas às pessoas que se sentiram machucadas, mesmo que não tenha sido intencional.
  • Novas denúncias incluem Yinka Bankole, que afirmou que Farage, aos 17 anos, disse “That’s the way back to Africa”; Farage e assessores contestam como mal lembrado ou objetivo político.
  • Farage respondeu a perguntas de jornalistas de forma alterada durante entrevista, alegando que a BBC e a ITV são hipócrias por conteúdo de décadas passadas com racismo e homofobia.
  • Helen Whately, porta-voz do Partido Conservador para trabalho e previdência, pediu que Farage seja claro sobre o que aconteceu e dê respostas diretas.

Nigel Farage está envolvido em acusações de comportamento racista e antissemita durante o tempo em que estudava no Dulwich College. 28 ex-colegas relataram incidentes ocorridos na adolescência, conforme informações apuradas pelo Guardian. Farage nega as acusações, afirmando que poderia ter dito coisas ofensivas sem intenção maliciosa.

Kishwer Falkner, ex-presidente da EHRC, pediu um pedido de desculpas sem reservas, mesmo que Farage rejeite a ideia de racismo intencional. A fala veio após relatos emergirem de antigos colegas, destacando episódios de cunho racista e antissemita.

Entre os relatos recentes, Yinka Bankole contou que, aos 17 anos, Farage teria dito “That’s the way back to Africa” em situação no colégio. Farage e seus representantes argumentam que as lembranças podem ter distorcido com o tempo.

Durante entrevista coletiva, Farage reagiu de forma tensa a perguntas da imprensa, acusando emissoras de hipocrisia em relação a conteúdos de décadas atrás. A defesa sustenta que as observações não tinham natureza maliciosa.

Helen Whately, porta-voz Conservadora para Trabalho e Pensões, pediu clareza sobre os fatos. Ela afirmou que Farage deve ser transparente com o público sobre o que aconteceu, dada a gravidade das acusações.

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