- O presidente Donald Trump chamou a comunidade somali de Minnesota de “lixo” e sugeriu que voltassem para a Somália; Ilhan Omar rebateu em entrevista à CBS.
- Omar afirmou que esse tipo de discurso odioso pode levar a ações perigosas e destacou a resposta durante a entrevista no Face the Nation.
- Ela também publicou um artigo de opinião no New York Times criticando Trump, dizendo que ele recorre a ataques racistas para desviar atenções de promessas não cumpridas.
- Investigações sobre fraude envolvendo somalis em Minnesota seguem em andamento, com o caso envolvendo a organização Feeding Our Future e acusações de uso indevido de verbas para reembolsos de refeições.
- Parlamentares republicanos questionam o uso de recursos; Omar afirmou que o dinheiro foi devolvido à campanha há alguns anos, e autoridades federais investigam possível ligação entre os recursos e organizações em Somalia.
O primeiro impulso veio de Donald Trump, que chamou a comunidade somali de Minnesota de lixo e sugeriu devolvê-la a Somalia. As declarações foram feitas em meio a ataques a promessas de campanha e a debates sobre imigração na última semana.
Ilhan Omar, representante de Minnesota, respondeu em entrevista à CBS, dizendo que os somalis de sua base são americanos e que tais palavras podem levar a ações perigosas. Ela também criticou a retórica de desumanização.
Omar publicou um editorial no New York Times criticando Trump, argumento que a ofensiva é racista e visa desviar a atenção de promessas não cumpridas. A chefe da casa, a reclamação sobre fraudes envolvendo somalis também ganhou espaço.
Reação e contexto político
O foco do escrutínio recai sobre fraudes envolvendo residentes somalis e a organização Feeding Our Future, que distribuía refeições a menores. Procuradores alegam documentos falsos para justificar pagamentos durante a pandemia.
Diversas fontes indicam novas investigações e falas de Republicanos sobre a atuação do governo de Walz. Também há alegações de que parte do dinheiro de fraude tenha sido doado à campanha de Omar, que teria devolvido os recursos.
Investigações e desdobramentos
A Casa Branca e autoridades federais discutem se recursos desviados teriam chegado a al-Shabaab, grupo considerado terrorista. A avaliação envolve auditorias, processos judiciais e monitoramento de doações de campanha associadas aos suspeitos.
Omar destacou, em declarações públicas, que recursos devolvidos ao tesouro não voltaram a financiamento de campanhas. Segundo ela, o dinheiro desviado foi restituído há anos. As informações sobre novas investigações permanecem em apuração.
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