- A pesquisa Datafolha divulgada no sábado aponta rejeição de 45% a Jair Bolsonaro, 44% a Lula, 38% a Flávio Bolsonaro, 37% a Eduardo Bolsonaro, 35% a Michelle Bolsonaro, 21% a Ratinho Júnior, 20% a Tarcísio de Freitas e 18% a Ronaldo Caiado.
- O levantamento mostra que a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro é maior que a de governadores de direita.
- Foram entrevistados 2.002 eleitores em 113 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais e 95% de confiança.
- Na sexta-feira, 5, Flávio afirmou que foi escolhido por Jair Bolsonaro como postulante ao Planalto.
- O resultado indica que integrantes do clã Bolsonaro carregam parcela relevante da rejeição ao ex-presidente.
A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado aponta que a rejeição a Flávio Bolsonaro (PL) é superior à de governadores de direita, em meio à disputa para definir o principal candidato desse campo à Presidência em 2026. O levantamento traz números expressivos sobre quem não seria votado de jeito nenhum.
Segundo o Datafolha, 45% dos eleitores dizem não votar de jeito nenhum em Jair Bolsonaro (PL). Em seguida aparecem Lula (44%), Flávio Bolsonaro (38%), Eduardo Bolsonaro (37%) e Michelle Bolsonaro (35%). Ratinho Júnior (21%), Tarcísio de Freitas (20%) e Ronaldo Caiado (18%) aparecem com rejeições menores, mas relevantes dentro do espectro da direita.
A pesquisa mostra que o clã Bolsonaro carrega parte significativa da rejeição ao ex-capitão. Flávio Bolsonaro afirmou, na véspera, que Jair Bolsonaro o escolheu como postulante ao Planalto. O dado de rejeição, porém, sugere resistência entre eleitores ao nome ligado ao ex-presidente.
O levantamento entrevistou 2.002 eleitores em 113 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança. Os números ajudam a mapear o cenário da corrida presidencial para 2026, destacando resistência específica a cada nome do campo.
Os dados foram coletados entre terça-feira 2 e quinta-feira 4 e divulgados neste sábado 6. A leitura geral aponta que nomes do clã Bolsonaro concentram rejeição expressiva, o que influencia a competição interna do campo da direita.
A pesquisa Datafolha, de metodologia presencial, reforça a necessidade de observar como a rejeição pode oscilar conforme propostas e posicionamentos dos candidatos. O estudo também destaca diferenças regionais que podem impactar o desempenho nas eleições futuras.
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