- O advogado-geral da União, Jorge Messias, busca apoio no Senado para ser ministro do Supremo Tribunal Federal.
- Em postagem no perfil no X nesta segunda-feira, Dia da Justiça, ele afirmou ter convicção na magistratura íntegra, prudente e imparcial.
- Lula já indicou Cristiano Zanin e Flávio Dino para o STF; a oposição diz que Messias é próximo ao presidente, com histórico ligado à Lava Jato.
- A sabatina de Messias ainda não tem data definida, mas a expectativa é que ocorra apenas em 2026.
- Messias abriu atrito com o ministro Gilmar Mendes ao pedir reconsideração de liminar sobre a Lei do Impeachment, que será votada no plenário nesta sexta-feira (12).
O advogado-geral da União, Jorge Messias, busca apoio no Senado para ser aprovado como ministro do STF. Em mensagem publicada no X, ele ressaltou a importância de uma magistratura íntegra, prudente e imparcial. A comunicação ocorreu na segunda, Dia da Justiça, data escolhida para enfatizar a defesa do Judiciário.
Nesta segunda, Dia da Justiça, Messias reforçou a convicção no papel do Judiciário como base da democracia e do Estado de Direito. O motivo da defesa é a confirmação no cargo, já que o presidente Lula indicou nomes para o STF, incluindo Zanin e Flávio Dino, provocando críticas de oppositores.
Lula já indicou Zanin e Flávio Dino para o STF; há ressalvas de que o histórico próximo ao presidente possa influenciar decisões. O contexto envolve também menções passadas à operação Lava Jato e debates sobre alinhamentos políticos no momento da indicação.
Contexto institucional
A sabatina de Messias ainda não tem data definida, com previsão de ocorrer apenas em 2026, segundo avaliações de parlamentares. A tramitação causa expectativa sobre como o Senado conduzirá o processo de aprovação.
Há atrito anterior com o ministro Gilmar Mendes, relacionado à Lei do Impeachment. Mendes manteve decisão após considerar incabível o pedido de reconsideração apresentado por Messias. O tema será levado ao plenário nesta sexta-feira (12), em julgamento do mérito.
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