- Nova versão do NDAA omite a provisão de cobertura de IVF para militares em serviço ativo, após o líder da Câmara, Mike Johnson, retirar a cláusula.
- O texto já havia recebido aprovação anterior no Congresso como emenda ao NDAA neste ano, alinhando-se ao compromisso de Trump de ampliar o acesso à IVF.
- Defensores da IVF, incluindo a RESOLVE, criticam a exclusão, dizendo que prejudica famílias de militares que buscam tratamento.
- Johnson elogiou a nova versão do NDAA em declaração pública, destacando supressão de “wokeism” e fortalecimento de meritocracia, sem comentar diretamente a exclusão da IVF.
- A votação da versão atual do NDAA pode ocorrer ainda nesta semana, com defenders ressaltando o ganho ou perda de acesso para militares.
A nova versão do NDAA não inclui a provisão que ampliaria a cobertura de fertilização in vitro (IVF) para militares em serviço ativo. A mudança ocorre após o líder da Câmara, Mike Johnson, retirar a cláusula inserida anteriormente no texto. A votação pode ocorrer ainda nesta semana.
A iniciativa enfrentou oposição de blocos pró-vida, que questionam o uso de embriões na IVF. Defensores da IVF, como Danielle Melfi, CEO da RESOLVE, criticam a exclusão e dizem que famílias militares aguardam acesso a tratamentos médicos para formar famílias.
Johnson elogiou, em nota, a versão atual do NDAA ao destacar méritos como promoção de mérito, combate ao que chama de wokeism e cortes em programas controversos. Não houve resposta imediata dele sobre a retirada da cláusula de IVF.
Repercussões e panorama político
A decisão ocorre em meio a uma agenda conservadora de políticas militares. O NDAA define políticas que orientarão gastos, ainda sem financiamento direto, mas sinaliza direção sobre prioridades do governo.
Organizações de defesa da fertilidade pedem explicações sobre a diferença de tratamento entre militares e o restante da população. Dados indicam que infertilidade atinge parcela relevante de militares, influenciando decisões familiares.
O NDAA pode sofrer votações ainda nesta semana nos dois ramos do Congresso. O texto vigente reúne medidas de defesa, segurança e questões institucionais, sem estabelecer novas exigências de cobertura de saúde para IVF.
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