- O PT divulgará um manifesto sobre 8 de janeiro para relembrar as manifestações de 2023 e defender a democracia.
- O Congresso Nacional do PT, programado para abril, será o marco político para discutir conjuntura, atualizar estatutos e o programa partidário.
- No documento, o PT vê a vitória de Lula em 2026 como sinal de escolha pela democracia e pela justiça social, e afirma que a direita mantém poder de mobilização, com núcleo fascista ativo.
- O anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência é destacado, com articulação junto à direita; ainda não há definição sobre o vice, e circula a possibilidade de Paulo Guedes.
- O Supremo Tribunal Federal continua julgando ações sobre o suposto golpe; Bolsonaro foi condenado por dano qualificado e deterioração de patrimônio na Praça dos Três Poderes, com pena de 27 anos e 3 meses e inelegibilidade até 2060.
O PT prepara um manifesto para 8 de janeiro que relembra as manifestações ocorridas na Praça dos Três Poderes em 2023 e reforça a defesa da democracia. O texto, divulgado pelo Poder360, sustenta a necessidade de memória coletiva e pedagogia democrática para evitar que a extrema direita volte a ameaçar a nação.
Segundo o documento, uma eventual vitória de Lula em 2026 sinalizaria a escolha pela democracia, pela justiça social e pelo futuro. O PT reconhece que a direita mantém poder de mobilização, mas afirma que esse poder alimenta um núcleo fascista que disputa espaço na política nacional.
Congresso Nacional e direção estratégica
O partido aponta o Congresso Nacional do PT, em abril, como marco político do ciclo. Nesse encontro, a sigla deve discutir conjuntura, refinar táticas eleitorais, atualizar o Estatuto e aprovar o Programa Partidário, além de articular experiências dos governos Lula e Dilma com a militância.
Cenário eleitoral e alianças
O texto acompanha ainda o anúncio de pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, em articulação com a direita. Não houve definição sobre o eventual vice, mas circulam sugestões como o nome de Paulo Guedes para a área econômica, segundo relatos de redes sociais.
Julgamento no STF e consequências institucionais
Paralelamente, o STF continua julgando ações ligadas ao que a PGR aponta como golpe de Estado. A decisão que responsabilizou Bolsonaro atribuiu-lhe danos qualificados e deterioração de patrimônio tombado na Praça dos Três Poderes, ainda que ele não estivesse no país em 8 de janeiro de 2023. O réu cumpre pena de 27 anos e 3 meses e está inelegível até 2060.
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