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Badenoch anuncia revisão sobre quais condições dão direito a benefícios

Conservadores revisam critérios para benefícios, com pagamentos potencialmente limitados no tempo e fim do indicator de pobreza relativo, visando enfrentar choques econômicos

Kemi Badenoch: ‘We are going to review which conditions the states treats as disabilities when it comes to benefits.’ Photograph: Andy Rain/EPA
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  • O Partido Conservador iniciou uma revisão de benefícios para reduzir alcance e custo, com a líder do grupo, Kemi Badenoch, citando “idade de diagnóstico” para condições mentais de baixo nível como fator que ficou caro demais.
  • Algumas parcelas poderiam ter duração limitada no tempo, conforme a revisão definir quais condições são tratadas como deficiência para auxílios.
  • A análise contará com especialistas médicos e de emprego e deve ocorrer no próximo ano, em meio a uma resposta a choques econômicos como o Brexit.
  • Badenoch também sinalizou a possibilidade de abandonar o indicador de pobreza relativa, para evitar que a economia em crescimento eleve o número classificado como pobre.

Os Conservadores iniciaram uma revisão de políticas para reduzir o alcance e o custo do sistema de benefícios, com Kemi Badenoch afirmando que uma era de diagnóstico para condições mentais de baixo nível já se tornava insustentável. A proposta envolve tornar alguns pagamentos temporários e revisar quais condições são consideradas disabilities. A análise acontecerá com especialistas médicos e de emprego, para implementação no próximo ano, em Londres.

A meta é enfrentar choques econômicos, citando Brexit como exemplo, além de aprendizados com pandemias e crises financeiras passadas. Badenoch indicou que a avaliação deverá determinar quando o suporte deve começar e por quanto tempo deve durar. A ideia é ajustar o gasto público sem mencionar uma ampliação de direitos permanentes.

Limites de elegibilidade e indicadores

Badenoch sinalizou que o governo pode reduzir as condições que dão direito a benefícios, incluindo questões físicas e mentais. Em particular, o debate envolve menos apoio para casos de baixa gravidade, com foco na sustentabilidade do sistema frente a choques econômicos futuros. A proposta também questiona o uso do indicador de pobreza relativa.

Comentários sobre métricas de pobreza e linguagem

A dirigente mencionou a necessidade de abandonar o cálculo de pobreza relativo, alegando que ele não reflete mudanças reais de condições conforme a economia cresce. Ela ressaltou que o objetivo é evitar que o sistema de bem-estar domine a nossa economia, mantendo o foco na eficiência fiscal e no emprego. Análises externas deverão acompanhar o desenvolvimento das propostas.

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